<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793</id><updated>2012-01-22T23:08:27.394-08:00</updated><category term='diário global'/><category term='into eternity'/><category term='timeless winter'/><category term='introdução'/><category term='blog'/><category term='chrono'/><title type='text'>Timeless Winter</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>46</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-2203365949271141169</id><published>2012-01-20T06:36:00.000-08:00</published><updated>2012-01-22T11:24:36.239-08:00</updated><title type='text'>A culpa não é de Luísa, que voltou do Canadá</title><content type='html'>O jornalista Carlos Nascimento, do Jornal do SBT, bradou a afirmação de que "já fomos mais inteligentes", logo na abertura do noticiário de ontem. Sua crítica se referia ao fato, de que os assuntos "Luísa, que voltou do Canadá" e "estupro no BBB" ocuparam as manchetes de diversos jornais do país, destacando-se até mesmo na TV, com uma reportagem feita pelo Jornal Hoje, na qual Luíza foi entrevistada assim que retornou ao Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="660" height="380" src="http://www.youtube.com/embed/t9O45Pfl3wc" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das razões superficiais e de cunho humorístico pelas quais a jovem Luísa se tornou "famosa" em todo o país, é relevante avaliarmos o poderio da internet no caso, em tempo das massivas redes sociais que emergem protestos - mesmo que de forma secundária - e de como os internautas conseguem conduzir, "do nada" uma informação por todos os cantos. Já o Big Brother, não é novidade que suas repercussões se alastrem por toda a rede e seja pauta de diversas rodinhas de conversa. Soma-se isto a um caso policial - um suposto estupro - e o circo está armado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista ainda aponta que "ou os problemas brasileiros estão todos resolvidos ou nos tornamos idiotas, por dar tanta importância a duas notícias tão fúteis". Como se a culpa da falta de atenção do brasileiro em relação aos "temas relevantes do jornalismo " fosse dessas notícias. Como se o próprio jornal do SBT não apelasse para "matérias sem importância" também para atrair audiência. Está aí uma clara inversão dos agentes da "ignorância" do povo. E neste quesito, destaco também o estardalhaço que os internautas vêm fazendo nas redes sociais, afirmando que quem assiste Big Brother é sem cultura, ou, "quem vê TV é burro".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma lógica, enraizada há anos na mentalidade de muitos, e inclusive suportada por alguns escritores e entusiastas, de que a televisão é um meio de comunicação que não transmite nenhuma cultura (que no ponto da sociologia não faz nenhum sentido), e serve apenas para "emburrecer a população". Que a manipulação existe, nós sabemos. Ela está em toda parte, de fato, especialmente na TV. Porém, assiste o programa "ruim" quem quer, acompanha a novela quem quer. Ninguém é obrigado. E a internet, ao menos para a classe média (que é o motor das redes sociais) , é tão popular quanto a TV, senão mais. Não faltam canais de informação, portais, blogs e vídeos com enciclopédias de informação dos mais variados temas para quem deseja se informar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que o meio de comunicação não seja influente. Ele é, e muito. Mas não somos mais ingênuos como outrora. Na verdade, mesmos com críticas tão superficiais rondando os comentários, já é perceptível que o cidadão está mais atento aos fatos. As informações são despejadas o tempo todo, o que dificulta fitrá-las, mas elas existem, o que leva a pensar que o verdadeiro culpado pela "desinformação" não é este.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Televisão não é escola. Se o cidadão não sabe em quem vota nem se preocupa com os políticos que estão no poder, é porque ele não foi bem educado em seu ensino básico. A culpa sempre recai em qualquer lugar, menos na instituição do ensino. Enquanto enfrentamos problemas de precariedade nas escolas públicas e salários irrisórios aos educadores, ter programas de "baixa qualidade" na TV deveria ser um problema praticamente imperceptível aos olhos dos vociferantes jornalistas e internautas revoltados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://itvbr.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/educacao1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 550px; height: 274px;" src="http://itvbr.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/educacao1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-2203365949271141169?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/2203365949271141169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=2203365949271141169' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/2203365949271141169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/2203365949271141169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2012/01/culpa-nao-e-de-luisa-que-voltou-do.html' title='A culpa não é de Luísa, que voltou do Canadá'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/t9O45Pfl3wc/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-1238540712758149177</id><published>2011-12-06T14:51:00.001-08:00</published><updated>2011-12-06T14:51:56.729-08:00</updated><title type='text'>Infância em Sol Maior</title><content type='html'>&lt;div class="materiadoimpresso"&gt;&lt;span class="iceOutTxt" id="j_id203"&gt;Notícia  publicada na edição de 04/12/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 4  do caderno Cruzeirinho&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;h5 id="autor"&gt;&lt;span class="iceOutTxt" id="j_id205"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h5&gt; &lt;span class="iceOutTxt" id="j_id208"&gt;&lt;strong&gt;Luiz Fernando Toledo&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:luiz.toledo@jcruzeiro.com.br"&gt;luiz.toledo@jcruzeiro.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;"Vamos brincar de telefone sem fio!", diz a professora&lt;/span&gt;&lt;span class="iceOutTxt" id="j_id208"&gt;  Natália a um  grupo de meninas em uma tarde ensolarada de quarta-feira.  Empolgadas,  levantam rapidamente de suas cadeiras e formam um círculo  no centro da  sala. Pelas janelas, é possível ouvir melodias diversas.  Algumas  pontuadas por um piano choroso, outras, por um violino que  parecia  adorar cantar. Nenhuma delas está em uma festa. Na verdade,  estão em uma  sala de aula, estudando música clássica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduarda  Belli, de 10 anos, é a primeira a entrar na brincadeira. "Eu  toco  piano há muito tempo, nem sei quantos anos. Toco desde a  fraldinha!"  comentou, seguida pelo riso das amigas que não resistiram à  piada.  Natália, a professora, explica que Eduarda deverá fazer um ritmo   qualquer com as mãos na costa de sua amiga. "É que nem brincar de   telefone sem fio, mas ao invés de palavras, vocês vão batucar, e a   amiguinha do lado vai tentar reproduzir, até chegar ao final da roda",   comenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://portal.cruzeirodosul.inf.br/galeria.jsf?id=80820"&gt;&lt;img class="fotomateria" src="http://portal.cruzeirodosul.inf.br/cruzeirodosul.inf.br/imagens_cms/media/80820_SOL6.jpg" width="324" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="iceOutTxt" id="j_id208"&gt;A  jovem pianista logo se empolgou, e criou o primeiro ritmo que veio à   cabeça nas costas de Maria Eloísa Soares. "Não entendi nada", a amiga   retrucou, fazendo as colegas caírem em risos novamente. "Vai de novo,   Eduarda", pediu Natália. Ao final da roda, o ritmo estava todo trocado, e   as meninas começam novamente. O gosto de Paula Cabral pela música   começou cedo. Aos cinco anos, já arriscava as primeiras teclas do piano.   "Comecei a tocar principalmente por causa da minha mãe", comenta.  Paula  sempre achou o piano o instrumento mais belo de todos, e se  apaixonou  pela ideia de tocar na igreja, ao lado de sua família e  amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A colega Maria Eloísa, de apenas sete anos, é a  violinista da turma.  Quando viu pela primeira vez uma orquestra  tocando, na televisão, já  teve curiosidade e seus olhos brilharam pelo  delicado instrumento. A  paixão pela música pode começar a qualquer  momento. Seja pelo piano,  violão, violino ou percussão, os pequenos  talentos podem surgir mesmo se  os pais não façam parte do universo  musical. De acordo com Alessandra  Mascarenhas, coordenadora dos cursos  de música da Fundec (Fundação de  Desenvolvimento Cultural de Sorocaba),  a iniciativa, apesar de partir  normalmente dos pais, surge também das  crianças, que pedem para tocar  algum instrumento logo cedo. "A relação  com o instrumento é tão grande  que alguns alunos que fizeram aula  conosco, hoje são professores da  Fundec", comenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as  dificuldades? Os alunos demonstram que tocar um instrumento também  traz  responsabilidades. Horas de estudo, disciplina e muita vontade,   principalmente. Paula revela o seu segredo: "No começo é bem difícil e   desanima um pouco. Mas depois que você pega o jeito, não dá vontade de   parar nunca mais!", explica. Ao final da aula, a professora Natália   convida o grupo a cantar. Soadas as primeiras notas do piano, todas   entram na atividade com o sabor de uma brincadeira e enfeitam o ambiente   com suas doces vozes da infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Musicalização pode começar aos 5 anos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A  partir dos 5 anos de idade, muitas escolas especializadas em Sorocaba   já recebem alunos para as primeiras noções musicais, também conhecida   por musicalização. Marlen Godinho, do Conservatório João Baptista   Julião, explica que as atividades voltadas às crianças se baseiam em   brincadeiras e jogos. "No começoi, nada de teoria nem provas. A criança   assiste desenhos, canta e toca pandeiro, além de ouvir muita música",   diz. Dessa forma, elas adquirem suas primeiras noções de ritmo e   descobrem para onde seu gosto se direciona. Nesse primeiro estágio, a   parte sensorial da música é aguçada na criança. Muitos pais se   questionam, acando que os filhos só estão na aula brincando. Mas nãoi.   Marlen explica que todas essas atividades, "distanciadas" da música, na   verdade fazem com que elas conheçam de forma natural esse universo tão   vasto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para quem acha que a música pode atrapalhar nos  estudos, a professora  afirma justamente o contrário. "Conheço pesquisas  que dizem que tocar um  instrumento melhora a concentração, desenvolve a  coordenação motora e  estimula o raciocínio. Crianças que se relacionam  com a música têm  melhores notas na escola e se dão bem em qualquer  atividade que  desejarem", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A infância é o melhor  período da vida para se iniciar na música. Cabeça  livre de problemas, e  uma grande capacidade de aprendizado fazem com que  uma criança aprenda  com muito mais facilidade do que um adulto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O universo da  música agrada a todos. Não tem preconceitos nem barreiras,  é só se  aconchegar e tocar. É um presente para se levar durante toda a  vida, e  mostrar aos amigos. Um dom para revelar a todos, e se orgulhar  por  isso.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-1238540712758149177?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/1238540712758149177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=1238540712758149177' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/1238540712758149177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/1238540712758149177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2011/12/infancia-em-sol-maior_06.html' title='Infância em Sol Maior'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-7155197091284216133</id><published>2011-11-29T03:40:00.000-08:00</published><updated>2011-11-29T17:15:33.306-08:00</updated><title type='text'>Belo Monte, pão e circo</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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&lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:#0016" lang="pt"&gt;Discutir a aprovação ou não do projeto da Usina de Belo Monte, desde a sua concepção, sempre foi pauta de um determinado grupo de políticos, intelectuais e jornalistas, beneficiados ou não com a situação. Com a publicação exaustiva do vídeo "Gota d'agua", os artistas da Globo, usando de sua autoridade conquistada na emissora - não pelo exercício da reflexão e investigação política, e sim pelo respaldo de suas profissões na TV - atraíram milhares de curiosos em alguns minutos de um vídeo que encurta, inverte e fere os fatos que concercem a instalação da usina na bacia do Rio Xingu.&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;mso-pagination: none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:#0016" lang="pt"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;O rompimento com a ética avança o âmbito pessoal de cada um dos artistas. Fere, na verdade, uma esfera bem maior, a da Rede Globo. Os princípios editoriais da emissora propõem o afastamento do jornalista em relação aos vínculos político-partidários. Mesmo que artistas não sejam jornalistas, eles abusaram do prestígio que o canal traz em rede nacional, para proliferar suas ideias, mascaradas em um texto simplório e enraizado nas inverdades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: arial;font-family:&amp;quot;;font-size:12.0pt;"  lang="pt" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: arial;font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  lang="pt" &gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: arial;"&gt; &lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 400px; height: 400px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680383238106795106" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-3oPRC-7uQWs/TtTGdYdwTGI/AAAAAAAABNI/NrLVAN8zbdM/s400/untitled.png" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;div style="font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: arial;font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  lang="pt" &gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=" line-height: 150%; Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-size:12pt;" lang="pt" &gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;           &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;mso-pagination: none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:#0016" lang="pt"&gt;Os desencontros de informação pactuam com a ingenuidade dos argumentos apresentados, seja na pontuação de motivos ditos "fúteis" pelos quais a energia não é tão necessária assim, conforme apontou uma artista ao questionar "como é que eu vou carregar meu iphone, ipad, itudo?", seja pelos dados apresentados de forma a manipular os desatentos: "A usina de Belo Monte vai alagar, inundar, destruir 640 quilômetros quadrados da Floresta Amazônica". Visto que a Floresta Amazônica possui mais de cinco milhões de quilômetros quadrados, tal quantia não atingiria o milésimo de sua extensão. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;mso-pagination: none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:#0016" lang="pt"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;"A Usina só vai trabalhar com um terço de sua capacidade", reclama um dos participantes do vídeo. Vale lembrar que o Brasil é um país vasto, com grandes necessidades energéticas, que poderiam ser supridas com a hidrelétrica. Quem não enxerga o benefício, é porque já vive nos grandes centros, onde escassez é uma palavra desconhecida. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:36.0pt;line-height: 150%;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:#0016" lang="pt"&gt;Minutos mais tarde, são apresentadas as questões ambientais, da população ribeirinha que ficará sem moradia às inundações. O texto contrasta em si: os ajustes operacionais efetuados para que a usina trabalhe com essa capacidade explicitam justamente uma certa preocupação (que ainda precisa ser maturada) com o impacto no meio ambiente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;mso-pagination: none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:#0016" lang="pt"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Na verdade, o impacto ambiental é o expoente mais nebuloso e gerador de dúvidas em relação à instalação da usina. O pensamento da otimização dos ganhos em detrimento da lógica a longo prazo pode trazer prejuízos que só descobriremos dentro de 20 ou 30 anos. Vale ponderar o crescimento do país e a sustentabilidade para tal evolução. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;É necessário repensar, buscando soluções que beneficiem o andamento do país, mas sem desqualificar a preocupação dos ambientalistas, muitas vezes, tachados de "tolos" pela preocupação excessiva com o meio ambiente, mesmo quando a preservação tolhe o "progresso".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;mso-pagination: none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:#0016" lang="pt"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;A crítica se encontra além da face anti-ética apresentada pela emissora e pelos artistas, mas na enumeração incompleta (e incorreta) de uma estrutura para haver um debate (em nível nacional) de uma decisão que afetará o país no campo da economia, da política e todos os cidadãos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;mso-pagination: none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:#0016" lang="pt"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Talvez o maior problema, dentre as falácias apresentadas no vídeo, é a confusão que ele traz a quem o assiste. Existem questões imprescindíveis a serem abordadas, e essas merecem um direcionamento, apresentando informações e dados que ajudem o cidadão comum a manifestar sua opinião - talvez um dos únicos pontos positivos em trazer artistas para a política: a popularização de questões desconhecidas do povo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-7155197091284216133?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/7155197091284216133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=7155197091284216133' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7155197091284216133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7155197091284216133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2011/11/belo-monte-pao-e-circo.html' title='Belo Monte, pão e circo'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-3oPRC-7uQWs/TtTGdYdwTGI/AAAAAAAABNI/NrLVAN8zbdM/s72-c/untitled.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-7310297090250400103</id><published>2011-07-16T06:12:00.002-07:00</published><updated>2011-12-30T16:57:17.933-08:00</updated><title type='text'>A cicatriz em forma de raio</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-DzkHHsA5Wjg/Tv5d5aZ58HI/AAAAAAAABNY/-s0EXz7w5vE/s1600/385490_332707463421731_294948640530947_1399893_338037786_n.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 279px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-DzkHHsA5Wjg/Tv5d5aZ58HI/AAAAAAAABNY/-s0EXz7w5vE/s400/385490_332707463421731_294948640530947_1399893_338037786_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5692090219964788850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Hoje tive um sonho nostálgico. Sonhei que tomava cerveja amanteigada em Hogsmeade, com amigos da Corvinal (que sempre foi minha favorita, dentre as casas), contando a todos como foi o jogo de quadribol da última tarde. Levamos a história para as escadas de Hogwarts, seguindo para as masmorras, enquanto Snape nos aguardava. Se esse sonho já faria algum sentido pra você há pelo menos uns 10 anos, esse texto é para nós.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O garoto que sobreviveu. Se Harry Potter recebeu uma pequena cicatriz em sua testa, resultado de um feitiço mal planejado de Lord Voldemort, todos nós também a recebemos , de um outro feitiço - muito mais poderoso  e bem executado, por sinal - de uma bruxinha que divagava em trens europeus, J.K. Rowling. E nos obrigamos a acompanhá-lo, como se um &lt;em&gt;imperius &lt;/em&gt;proibido nos atingisse despercebidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vivemos dentro do castelo. Colecionamos figurinhas de bruxos e nos degustamos dos estapafúrdios feijoezinhos de todos os sabores. E enquanto eles cresciam - no mundo mágico de sete livros e oito filmes - nós também evoluímos. Sem nenhum esforço, podemos lembrar da primeira ida ao cinema, no frio saudoso de 2001, com nossos 10 ou 11 anos. Muitos não conseguiam esconder a sua paixão, e vestiam trajes, chapéus e até mesmo empunhavam suas varinhas para trazer a magia à tona. Crianças vivenciando o universo mais maravilhoso que já existiu. Ou pelo menos assim pensávamos, naquele instante. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Devoramos as páginas por dezenas e dezenas de vezes. Quando o último capítulo se apresentou, nos obrigamos a abandonar tudo e começar do início.  O menino que sobreviveu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nós crescemos também, e agora trabalhamos, namoramos e por muitos momentos sentimos que "a magia acabou". Estas duas horas, envoltas de patronos e dementadores, resgataram um pouco daquele  aroma gostoso de inocência. O aroma de voltar para casa com o livro de ciências na mão, jogá-lo no canto do armário e ler O Cálice de Fogo pela quinta vez.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A vibração de cada pessoa naquele cinema não correspondia a nenhum adulto. Fomos todos pequenos bruxos, com a insegurança e o medo de experimentar o chapéu seletor no salão comunal. Crianças ansiosas, se emocionando com a morte de entes do imaginário que mais pareciam parentes de carne e osso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Snape nos derrubou lágrimas mais uma vez. Ele estava ali o tempo todo, por mais que ninguém o tenha percebido. E por falar em lágrimas, ele as deixou para que nos lembrássemos dele, não como  o homem que destruiu um sonho, mas ajudou a levantá-lo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A querida Helena Bonh...Ops, me desculpem, Belatriz Lestrange, nos dividia. Vilã odiosa ou estrela excêntrica? Seu desfecho incomodou, e o público não sabia se aplaudia Molly, ou se lamentava pela madame das trevas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E a coragem de Neville assustou a muitos. Assustou tanto quanto a realidade que lhe foi imposta, desde criança. A superação constante, que fez com que o riso se abafasse por completo quando a espada foi empunhada, desafiando todo o seu passado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A criação se completa (ou se renova) quando a criança pergunta ao pai:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;- E se eu for pra Sonserina ?&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;O sussurro foi apenas para o pai, e Harry percebeu que só o momento&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;da partida poderia ter forçado alvo a revelar como o seu medo era grande e sincero.&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Harry se abaixou de modo a deixar o rosto do menino ligeiramente acima do dele.&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Dos seus três filhos apenas alvo herdara os olhos de Lilian Potter.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;em&gt;-Alvo Severo - disse Harry baixinho para ninguém mais exceto Gina,&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;poder ouvir e ela teve tanto suficiente para fingir que acenava para Rosa,&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;que já estava no trem-, nós lhe demos o nome de dois diretores de Hogwarts.&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;um deles era da Sonserina, e provavelmente foi o homem mais corajoso que já conheci .&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais um ciclo terminou. E a gente se pergunta: foi tudo verdade ou aconteceu apenas em nossas imaginações? E um sábio barbudinho responde, todo de branco: "é claro que na imaginação, mas por que isso significaria que não é verdade?"&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-7310297090250400103?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/7310297090250400103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=7310297090250400103' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7310297090250400103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7310297090250400103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2011/07/cicatriz-em-forma-de-raio.html' title='A cicatriz em forma de raio'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-DzkHHsA5Wjg/Tv5d5aZ58HI/AAAAAAAABNY/-s0EXz7w5vE/s72-c/385490_332707463421731_294948640530947_1399893_338037786_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-5425380134577602948</id><published>2011-02-25T16:34:00.000-08:00</published><updated>2011-02-26T11:30:43.785-08:00</updated><title type='text'>No processo</title><content type='html'>Estamos encurralados. Passam-se os anos, e é a essa conclusão que todos chegamos. Cercados por todos os lados, sob regras universais, leis da física,leis da justiça, leis sociais. Nascemos com um número de identificação, uma certidão, uma identidade perante os outros homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começamos a estudar, fazemos uma matrícula, participamos de um processo educacional complexo do qual nem sempre sabemos o porquê das coisas. E com o tempo, as divisões aumentam. Entramos para a faculdade e elaboramos monografias, TCCs e lemos teorias do século XIX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos de um emprego. Entramos para uma empresa e repetimos o mesmo esforço repetidas vezes, desconhecendo as finalidades, em sua maior parte. Entregamos documentos em fóruns, colecionamos faturas e certidões. Alguém fere a nossa moral, entramos com uma ação judicial. Vamos a tribunais com leis das quais ninguém sabe muito bem como funcionam. Pagamos taxas, tarifas, tributos, enfim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazemos o que foi ensinado por nossos pais, e o que é dito necessário, se torna necessário. Acumulamos títulos que carregam importância e pretígio à nossa família. Mestres, doutores e pós-doutores, passamos a escrever para que outras pessoas compartilhem da burocracia que é viver. Assistimos a palestras e congressos, vemos presidentes em ascensão, vemos sua decadência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ligamos a TV, e a sociedade do espetáculo de Debord se põe à prova. Acompanhamos conflitos do outro lado do mundo, que não entendemos muito bem. A agenda midiática se atualiza, e nos vemos na próxima notícia. Visitamos cemitérios com flores, buscando encontrar entes do passado. Criamos filhos, acreditando manter um laço com o mundo após partirmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da utilidade e do inconveniente da história, somamos fragmentos de nossas vidas, tentando encontrar o sentido das coisas. Estudamos essa tal de história, e encontramos o espírito do tempo dos homens. Matamos por razões diversas, pensamos e amamos. Procuramos essências. Valorizamos a felicidade, o hedonismo, a beleza, o conhecimento. Outrora, nos questionamos se essas são as razões do ser. Somos conduzidos, no momento em que tentamos conduzir. Mas no fim de tudo, não há nada. Estaremos todos no Processo do universo de Kafka?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós somos e não somos. Estamos e não estamos. E nesse devir reside a memória.&lt;br /&gt;Memória tão curta, que se assim não fosse, ficaríamos todos loucos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.terminartors.com/files/artworks/2/1/3/21356/Goya_y_Lucientes_Francisco_de-The_Inquisition_Tribunal.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.terminartors.com/files/artworks/2/1/3/21356/Goya_y_Lucientes_Francisco_de-The_Inquisition_Tribunal.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 1279px; height: 800px;" src="http://www.terminartors.com/files/artworks/2/1/3/21356/Goya_y_Lucientes_Francisco_de-The_Inquisition_Tribunal.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(Imagem: The Inquisition Tribunal, por Francisco Goya, 1812-1819; homens, em dado momento histórico, acreditam conduzir o mundo como deve ser, levados pelo processo)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-5425380134577602948?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/5425380134577602948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=5425380134577602948' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/5425380134577602948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/5425380134577602948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2011/02/estamos-encurralados.html' title='No processo'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-7258240540294187883</id><published>2010-12-16T17:47:00.001-08:00</published><updated>2011-06-04T16:37:28.965-07:00</updated><title type='text'>Cinema mudo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/TQrfZRaGf3I/AAAAAAAAAlI/ZcywILQiXic/s1600/beautiful-photography02%255B1%255D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 343px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551495115950161778" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/TQrfZRaGf3I/AAAAAAAAAlI/ZcywILQiXic/s400/beautiful-photography02%255B1%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Após um longo hiato desde o texto "Dois rios", retomo com o Timeless Winter. Um dos textos que escrevi que mais me agradou, no sentido geral, o relato que deixei a respeito do Colégio Veritas e da minha "superação" mudou rumos que eu tinha por válidos ao longo de muitos anos. E como uma onda nunca vem sozinha, parece-me que desde então, passei a reparar mais nos detalhes do cotidiano. Um intervalo de 10 minutos no trabalho gera uma reflexão. Uma menina brincando na calçada, outra. E nessa noite, uma ida ao cinema me influenciou a criar este texto.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Estive no Terminal Santo Antônio, centro de Sorocaba-SP. Um envolto de gente apressada, ônibus barulhentos e cheiro de pastel oleoso. Às 18:00, estar lá não é das melhores aventuras a se lançar, principalmente se o cansaço do trabalho te domina. Mas eu precisava comprar um presente para a Bia, que faria aniversário no dia seguinte. (eu nunca planejo muito bem os textos, e só agora, enquanto digito, me cai a ficha de que esse post contará qual presente eu comprei, mas duvido que ela esteja online agora para lê-lo, hahaha). Para economizar tempo, fui à banca do terminal e procurei por algum livro interessante. Veríssimo foi a primeira opção, e o que parecia ser uma excelente crônica baseada em Shakespeare, com uma capa curiosa, um papagaio, me levou à comprar o livro sem mesmo olhar se havia outros. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Missão cumprida, o presente estava comprado e eu iria para casa. Mas aquele papagaio me despertou curiosidade, e decidi abrir o livro, ler algumas páginas. Em questão de instantes eu já não queria me desfazer da obra: A Bia ia ganhar outra coisa qualquer, mas não aquele livro. Talvez, se o desejasse, emprestaria em outra ocasião, mas não naquele momento. E com isso, fui ao shopping procurar outra coisa.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Em época de natal, a central do consumo se abre à grande massa, que se amontoa pelos corredores carregando sacolas e mais sacolas. A felicidade escancarada no rosto dessas pessoas parecia me incomodar, de alguma forma. Não sei se incomodar é a palavra certa, já que aquilo me atraía. E me tirou do sossego ao jogar um fato que eu não havia levado em consideração: Pela primeira vez, eu ia ao shopping sozinho. Não que seja algo tão incomum ou esquisito. Mas sempre foi um ambiente em que eu estive com algum amigo (ou amiga, haha). A princípio parecia divertido. Tive a estranha sensação de que os corredores eram maiores. Também observava melhor o que acontecia em volta, o que as pessoas conversavam e a movimentação das lojas. "Um tempo só para mim", eu pensei.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Com a cena já criada, decidi seguir o enredo. E com improvisos. Que tal ir ao cinema? Se para mim, o fato de caminhar solitário pelo shopping já era inusitado, assistir a um filme sem companhia parecia surreal. E nesse caso, tanto para mim como para tantas outras pessoas. O cinema, como convenção, atrai dois públicos: grupos de amigos/família e casais. Dificilmente se vê uma pessoa solitária em algum canto da sala escura. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A experiência me interessava. Com a maior pipoca disponível em mãos, e uma grande coca cola, procurava um lugar para me acomodar. E nos detalhes, tudo já se diferenciava: eu jamais compraria tanta pipoca acompanhado de alguém. Não aprovaria o mal hálito, talvez. Nem jogaria tantos temperos por cima. Quando não se está sozinho, nos isentamos de detalhes que parecem não fazer diferença. Mas nessa noite eu percebi que eles eram muitos, e que sim, faziam diferença. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Entregando o bilhete, escolhi o melhor lugar em relação à tela. Normalmente, teria escolhido o melhor lugar para se esconder dessa tela, ou melhor, das outras pessoas. As beiradas sempre como favoritas à escolha. Mas eu fiquei com a do meio, e espaçoso, joguei minha mochila para um lado, e a pipoca no outro, ficando com 3 cadeiras só para mim. O indivíduo solitário se torna egocêntrico, e atrai para si um pensamento de que tudo é dele, de certa forma. Não havia necessariamente uma preocupação com nada. Eu só queria estar ali e ver um filme. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Ah, o filme, só um breve comentário. Era David Fincher, meu diretor favorito (em atividade), cujos filmes "Clube da Luta" e "Seven" formaram muitas de minhas opiniões, seja a respeito do cinema, seja a outros critérios, que prefiro comentar em outra ocasião. E eu questionei, ao ler alguns textos a respeito, se seria um bom lançamento. Afinal, o filme "A Rede Social" não fazia parte da rotina de Fincher, que dirige suspenses, cenas intrigantes e finais escabrosos. Seria, na verdade, quase um documentário a respeito da criação do Facebook, de Mark Zuckerberg. Mesmo gostando do diretor, não esperava muita coisa daquela sessão, e o que me interessava mais ali era o fato de eu estar sozinho. Apesar de tudo, o filme superou minhas expectativas, e tive muita raiva de Zuckerberg. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Retirei meus óculos da mochila. Meus olhos não enxergam tão bem, e quase não entendo as legendas. Mas na presença de outras pessoas, eu me esforçaria. Outras pessoas causam o incômodo da aparência: nos vemos obrigados a parecer bonitos, diferentes. A roupa é algo que incomoda, o cabelo, a forma de se expressar. Tentamos até não nos mover muito para não incomodar o próximo. E eu não me acho nada interessante de óculos. Nada. E eis que estava, comendo pipoca em ritmo frenético, de óculos, e bagunçando o cabelo enquanto esperava o filme começar. Nem de tênis eu estava mais, as meias pareciam mais confortáveis. Se havia alguém em volta, eu não reparei. Se alguém reclamou, menos ainda. Mas era um momento meu. Era o meu filme, a minha sessão, o meu cinema, o meu lugar, as minhas coisas. Muitos "meu" para um pequeno espaço, para uma única pessoa. Mas assim eu me senti naquele instante.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Já retratado por Sarte, em "O Inferno são os outros", e por tantos outros autores, a vida em sociedade gera problemas. Nossa condição como indivíduo se altera de uma forma, que nos tornamos irreconhecíveis ao lado de outra pessoa. Manias e gostos desaparecem, e a máscara se mostra rígida. Desenvolvemos algumas características que jamais existiriam se não houvesse essa convivência com os outros. A "solidariedade", o espírito de compaixão como diria Rousseau, é uma delas. Não há como ter amigos e não doar um pouco de si. E o ser humano é egoísta. Obtivemos nossa primeira contradição. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Ainda em Rousseau, em sua obra "A Origem da Desigualdade entre os Homens", ele cita que, no estado natural do homem, não haveria sequer a necessidade de dois homens estabelecerem diálogo. Talvez mesmo um filho não reconhecesse a sua mãe, depois de alguns anos, ao não precisar mais de sua ajuda para se alimentar e sobreviver. E com o sedentarismo surgiram as comunidades e o convívio, a criação de uma linguagem e de regras.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;E ali eu estava, isento de qualquer uma dessas regras. Não no estado natural que propõe Rousseau, afinal o filósofo dizia que "O homem que pensa é um ser depravado". O natural não precisa de reflexões. E os sentidos me permitiam viajar por tal "depravação" naquele silêncio.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Passado algum tempo de filme, fui tomado por outra sensação estranha: a vontade de falar. Sobre o filme, sobre as pessoas, sobre os livros que eu comprei. E não havia ninguém. Olhei para o lado, como em uma tentativa inútil de encontrar alguém que me ouvisse. Pensei ter visto alguém me observando, de perto. Alguém que assistia a cada movimento meu como indivíduo, cada atitude estranha. O devaneio durou alguns instantes, até que Justin Timberlake em cena desviou minha atenção. Depois de ler tantas críticas negativas, me interessava vê-lo atuando. E para minha surpresa, seus gestos eram convincentes. Seu personagem, marcante. O filme me prendeu por um bom tempo, e havia abandonado a solidão. Ou a teria abraçado de vez: dificilmente eu prestaria tanta atenção em tal filme se estivesse em companhia de qualquer pessoa.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O que me trouxe ali novamente foi fisiológico: o frio. Curiosamente, quando estamos sozinhos, parece que nosso corpo é mais sensível, ou que prestamos maior atenção nele. Novamente sentia como se alguém me observasse, e conseguisse entender o meu frio. Entender o frio. Seria possível?&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Mas eu o entendia. O filme acabou, e ele não me abandonou. Na verdade, me acompanhou quando levantei rapidamente da cadeira e saí do cinema (algo que costuma levar alguns minutos quando na companhia de alguém). E esse frio continuou me agarrando, nos passos que sucederam. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Mais um dia para se lançar às margens daquele rio.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-7258240540294187883?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/7258240540294187883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=7258240540294187883' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7258240540294187883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7258240540294187883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2010/12/cinema-mudo.html' title='Cinema mudo'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/TQrfZRaGf3I/AAAAAAAAAlI/ZcywILQiXic/s72-c/beautiful-photography02%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-4912164187271696450</id><published>2010-12-16T17:47:00.000-08:00</published><updated>2010-12-16T18:10:32.787-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-4912164187271696450?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/4912164187271696450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=4912164187271696450' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/4912164187271696450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/4912164187271696450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2010/12/blog-post.html' title=''/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-3167823572963207561</id><published>2010-09-20T18:19:00.001-07:00</published><updated>2010-09-21T04:39:35.448-07:00</updated><title type='text'>Dois rios</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;Um post mais pessoal que o comum desse blog. De uma experiência sem graça e previsível, cheguei a um momento único, julgando-o "um dos melhores de minha vida", como dito repetidamente naquela tarde de sábado. Um sábado que sorria com dentes amarelados e pelo cantinho da boca...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos no segundo semestre de 2010. Mais especificamente em setembro, a época da feira de ciências do Colégio Veritas. Foi nessa instituição que passei, talvez, a fase mais importante da minha vida, a nível familiar, social, intelectual, enfim...Boa parte do processo de me tornar o que sou hoje.  A feira ocorre todos os anos, mais ou menos nessa época, e movimenta alunos de todas as séries, desde as crianças e suas maquetes com textos decorados e insuportáveis, até os revoltados colegiais segundanistas e terceiranistas que insistem em perguntar a cada visitante que se aproxime de seu trabalho: "Você quer mesmo que eu explique isso aí?".  E cá estou, Luiz Fernando, ex-aluno fazedor de maquetes e decorador de textos (porém, ainda preguiçoso), fazendo uma crítica sem nada a acrescentar, a atitudes pelas quais já me vi envolvido. E dessa "problemática" surgiram algumas inquietações que relatarei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem a menor vontade de voltar ao Veritas, fui obrigado a comparecer ao menos em uma das unidades do colégio (há duas, Unidade Santana e Unidade Jd. São Paulo, estudei na primeira), pois meu irmão, Luiz Felipe, 11, apresentaria um trabalho. Um dia antes, também fui convidado por uma amiga, Nathália, a ver seu trabalho também. Para a felicidade de meu ócio, cada um deles estuda em uma unidade diferente. Resultado: Visitei as duas feiras e passei meu dia vendo as novidades da tecnologia na visão desses alunos, tema da feira em questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como primeira parada. O Jd. São Paulo, e mais tarde fui perceber que essa seria praticamente a única parada. Única, em todos os versos que essa palavra deve prestigiar. Assisti a algumas apresentações, e em cada uma delas, via um defeito. Resmungava baixo, pra que ninguém ouvisse e ficasse bravo comigo. Em algum momento ou outro, correções desnecessárias que só fizeram eu me arrepender depois, como uma garota que escreveu "Fosmpring" para nomear o decadente site de perguntas. Passei pela tecnologia dos carros, da aeronáutica, dos esportes, da música. E foi aí que a coisa começou a ficar inquietante. As meninas do grupo "Música" apresentavam a nossa atualidade como uma mistura de bandas "teen" do momento: Hóri, Restart, e por aí vai. E eu me irritei. A princípio, pela proposta delas, e a seguir, pela minha contradição. Afinal, dias atrás meu blog trazia um texto com uma opinião contrária a essa irritação minha (Caso não tenha visto o texto: &lt;a href="http://timelesswinter.blogspot.com/2010/08/advogado-do-diabo.html"&gt;Advogado do Diabo&lt;/a&gt;). E isso me tirou totalmente do campo "feira de ciências", e me expôs no saudosismo. Envolto por esse pensamento, saí da sala apressado, passando por um ex-professor que eu não gostava muito (nem ele de mim): Fabrício. No momento, não fiz muita questão pois tinha aquilo em mente ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desci as escadas, e me sentei no jardim do Veritas. Objeto de inveja a nós, alunos da Vila Santana, que nunca tivemos um espaço natural agradável na unidade, o jd. São Paulo era abundante: Animais passeando por um grande campo verde, coberto de árvores enormes. Cenário perfeito para a ocasião. Aconcheguei-me à visão de algumas crianças brincando no playground, e voltei a pensar no ocorrido após o trabalho de música. O "eu" que tanto criticava "as pessoas mais velhas e sua visão monótona e unilateral de mundo", ficando irritado com o trabalho dessas meninas. Simplesmente chato. Enquanto no colegial, sempre tive noção de que, por mais que eu me tornasse mais velho, estaria atualizado das tendências dessas pessoas mais novas, e conseguiria aliar o meu mundo ao delas, para nunca me tornar um "chato". Por um momento, me senti velho, muito velho. E isso, ao despertar de meus 19 anos. O campo parecia mais cinza do que verde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um EX-colegial entediado por visitar sua EX-escola, passei a um colegial embaralhado em sua escola atual, um retorno ao passado, como se não fosse passado. Não era mais o estudante de jornalismo ali. Era o mesmo menino que ia pra diretoria todos os dias. Lembrei do que não fiz muito bem naquela época.  E até do que fiz demais. Discuti com professores, fiz muitas inimizades, e falei mal, muito mal, da instituição. Morria de vontade de estudar no Anglo ou no Objetivo, as melhores escolas de Sorocaba. Ou pelo menos era o que eu achava na época. Um mal-estar me possuiu no momento: senti o cenário todo se desmanchando, e eu só conseguia ver essa história sem um fim diante de mim: Eu precisava de ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sorte, por destino, por deus, ou seja lá como sua crença acredite que essa crônica deve continuar, uma grande amiga minha, Gabriela, estava no Jd. São Paulo visitando os trabalhos, mais ou menos na mesma situação que eu (ter de ir ver seu irmão). Chamei-a por celular, e ela me disse que estava conversando com o professor de espanhol. O EX professor de espanhol. E pelo tom,  notem o meu pequeno desprezo adolescente que ainda persistia, mesmo dois anos após o fim das aulas colegiais. Mas, como eu precisava conversar com alguém, pedi que ela viesse mesmo assim. E ambos vieram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A princípio decidi contar toda a situação para a Gabi, mesmo com a presença de uma figura indesejável naquele momento, o ex professor. Após um longo discurso, ele comentou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;- Eu me lembro de você, LUIZ FERNANDO. Você brigava comigo porque achava espanhol inútil. Lembro de você e conheço um pouco de sua história, que a dona Ângela (diretora do Veritas) me contou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem que eu odiava, que pra mim não passava de mais um figura trabalhando pelo dinheiro, que sequer lembrava do nome, se recordou do meu, e ainda dizia "conhecer um pouco de minha história". Como isso seria possível? Já não era mais o ex professor ali. Era o professor Fernando. Alguém que eu nunca cheguei a conhecer enquanto aluno, mas que me foi apresentado ali. Nesse momento, pedi ao Fernando que me desculpasse, o que resultou em um abraço. Foi a pausa crucial, eu diria artística. A lágrima que queria descer e o menino-homem que não queria se mostrar fragilizado por algumas gotinhas de seu rosto. Nem preciso dizer que o choro foi mais forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabi me abraçou, e dali começamos uma longa conversa a três. Eu me senti em um episódio de House, com frases bonitas, cenário espetacular, a vida toda em alguns instantes sendo discutida em suas questões essenciais. Tudo ali. Novamente a vida imitando a arte, e a arte, a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dali eu fui me lembrando de tudo e de todos dessa grande época que não volta mais. Percebia que toda aquela revolta não passava de um sentimento recíproco de afeto. Ângela, a diretora, com os altos e baixos de minhas "burradas" (com o perdão da palavra), foi como uma segunda mãe pra mim. E para muita gente também. Sempre acima das dificuldades, tratava-se de uma mulher que se dirigia às pessoas, não pelo seu número da matrícula ou notas, mas por seu nome e sobrenome. Por suas alegrias e por seus dons, mas também por suas desgraças e momentos de pouca receptividade.  Que muitas vezes, não se mostrava fraca diante de conflitos de sua própria vida pessoal, mas ainda mais humana: Me lembro de Ângela compartilhando comigo em um encontro (no qual eu havia sido mandado para fora da aula, para variar) a perda de um familiar, e o que ela sentia naquela ocasião. A figura do diretor conservador desconstruída em uma mulher sensível e, insisto, assustadoramente humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E depois dela, professores. E afirmo, com algum ressentimento: briguei com a maioria deles. Talvez, todos. Mas o que demorei a perceber, é que aqueles que eu não tinha conflitos, eram justamente os neutros da história. Os "adultos sem graça". Já os que cheguei a trocar faíscas, pra não dizer pedras, são os que me fazem falta hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluí a questão de desapego que me cercava ali naquele campo verde enorme: Fabrício! Era tão evidente, tão claro, mas quando passei pelo "ex-professor de biologia", a única coisa que ocorreu foi o desprezo por ele e discussões de um tempo remoto. Eu precisava do perdão desse cara. E assim o chamo, "cara", pois era o tratamento que ele usava para se referir a todos, e assim me lembro de seu jeitão diferente de ensinar. Um professor controverso, que ignorava apostilas e fazia o conteúdo entrar na cabeça de todos de uma forma surpreendente. Ora muito divertido e descontraído, ora enérgico e irritado. O único ponto que nunca me agradou nele foi o fato do professor fazer brincadeiras pessoais com todos, mas não aceitar a recíproca, motivo pelo qual discutimos muitas vezes. E era desse cara cabeludo, fã de heavy metal e das roupas pretas quase uniformizadas, que eu precisava extrair a última peça desse quadro incompleto do colegial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com exatos 15 minutos após o final da feira de ciências (não, eu não consegui ver a feira do meu irmão, só fui buscá-lo, depois), corri até a sala dos terceiranistas, onde Fabrício ajudava a arrumar as carteiras. O medo era indescritível. Ou a insegurança, a situação toda,, enfim. Não sabia exatamente o que dizer ou como dizer. Muito menos se realmente deveria fazê-lo.  Com a voz um pouco trêmula e o receio de receber um palavrão bem sonoro, característico da personalidade forte de Fabrício, fui ao segundo andar e pedi para falá-lo por 5 minutos. Um cheiro de cigarro forte, que aumentou a minha insegurança, procedido por um "FALAR COMIGO AGORA? Ah, tá bom, vai, fala..."&lt;br /&gt;E todo o processo com o professor Fernando se repetiu ali. E a cada palavra, eu esperava um "cala a boca" ou algo do tipo. Mas a única resposta que obtive foi um abraço demorado, que me fez desmoronar outra vez (e a essa altura do campeonato eu já estava duvidando de minha virilidade emocional auhauhauha se é que isso existe), e um "você é um cara legal". Um cara legal. Diante de qualquer situação, esse adjetivo não teria valor algum. Mas ali...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/TJiVo4rgteI/AAAAAAAAAk4/kyWgTp4RYVg/s1600/olhando.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/TJiVo4rgteI/AAAAAAAAAk4/kyWgTp4RYVg/s400/olhando.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519325872984733154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estes dois gestos impulsionaram uma nova fase de mim. Um novo eu, de alguma forma. Como posto pela dialética: "Um homem não passa pelo mesmo rio duas vezes. Não será mais o mesmo homem, nem o mesmo rio".  Eu havia mudado.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-3167823572963207561?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/3167823572963207561/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=3167823572963207561' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/3167823572963207561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/3167823572963207561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2010/09/fases.html' title='Dois rios'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/TJiVo4rgteI/AAAAAAAAAk4/kyWgTp4RYVg/s72-c/olhando.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-5047167412670363271</id><published>2010-08-16T21:10:00.000-07:00</published><updated>2010-08-16T22:11:34.361-07:00</updated><title type='text'>Anarquia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://autoimune.files.wordpress.com/2009/08/bagunc3a7a.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 501px; height: 375px;" src="http://autoimune.files.wordpress.com/2009/08/bagunc3a7a.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/TGoYte7H3fI/AAAAAAAAAkA/vaE6CjG5k4w/s1600/terror-noturno.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;Essa imagem apocalíptica expressa bem como minha cabeça tem andado. Perto das eleições, diz a minha moral que devo escolher e estudar bem meus candidatos. Em um quarto semestre de jornalismo, a mesma moral diz que devo formar opinião sobre muitos assuntos. Religião, filosofia, sociologia, esporte (!!!), polêmicas em geral, escândalos e tudo mais o que surgir. É nessas horas, em que tudo cai de uma vez só, o fato de eu existir e como ser humano, raciocionar o mundo e a minha vida dentro dele, me faz querer ser qualquer outro animal com pouca massa encefálica. Por um momento parece que tomo alguns partidos, tenho algumas decisões. Mas logo surge uma nova notícia, e tudo vai por água abaixo. Será que realmente devo pensar assim? Meus princípios estão corretos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caos tomou conta. Parto dessa, e de mais algumas confissões para fazer uma possível reflexão. Quando eu começo a crer que vale mais a pena votar em um candidato a presidente e não em outro, descubro algo horrível em seu passado que me faz repensar, e opto por um terceiro candidato. Mais algumas semanas de pesquisa, e ele também não vale mais nada. Afinal, qual deles vale alguma coisa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dia reli meu post sobre o humor de "antigamente", e minhas críticas aos programas humorísticos atuais. Mas domingo, assisti ao Pânico na TV e chorei de rir com os quadros. E paro pra pensar: eles ofendem pessoas, humilham mulheres, esculacham deficientes e pessoas pobres. Mas eu, como milhões de outros brasileiros, ri! E qual é a proposta do programa? Fazer rir. Então será que eles estão tão errados assim? Devo me sentir mal por rir das piadas deles?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tropa de Elite 2 tá vindo aí. No twitter, vi muita gente postar algo como "mais um filme pros cientistas sociais e cultzinhos de internet ficarem de mimimi". Com o primeiro filme, participei de uma série de discussões a respeito do tema, seja com amigos, seja nas redes sociais, ou mesmo na faculdade. Será que foi uma perda de tempo, e afinal de contas é só um filme de ação com bordões que o Brasil repetiu à exaustão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas férias de julho, fui com uma amiga, Mariana,  na Versace (Oscar Freire), e encontrei a mulher do Zezé de Camargo, uma mulher muito estranha. Fiquei um bom tempo discutindo com ela, com a vendedora e com a própria Mariana, porque eu achava ridícula a ideia de elas amarem roupas feitas com pele animal, e pagarem um absurdo por isso. Oras, as roupas que eu uso, mesmo que não tenham matado nenhum animal, foram fabricadas em países minúsculos em algum canto do mundo que eu não faço a menor ideia, e muito provavelmente por meio de mão de obra barata, às custas de alguém com menos sorte que eu. Então que diferença faz matar um bicho ou escravizar uns pobres por aí? E peraí, eu não dispenso um churrasco, eu SÓ como carne e odeio vegetal. Nunca parei pra pesquisar sobre essa questão de vegetarianismo, nem tive vontade. Jamais dispensaria meu almoço, por mais que provem de todas as formas que é possível viver de vegetais.  A desgraça está em tudo quanto é lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devo comprar uma marca nacional para fortalecer nossa economia, ou uma  marca internacional? De repente algum país realmente precisa exportar  tal produto por ser a base da sua economia, e se não houver demanda,  eles morrem de fome (hipóteses absurdas mas que fazem sentido).&lt;br /&gt;Como disse uma amiga, uma vez: "se você parar pra pensar em tudo, nos mínimos detalhes, vai parar de viver". É refletir mais e criar mais problemas. É preciso se preocupar com todas as questões do mundo?&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/TGoXlu6AuaI/AAAAAAAAAj4/2cgOnPD5JZo/s1600/image002.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 258px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/TGoXlu6AuaI/AAAAAAAAAj4/2cgOnPD5JZo/s320/image002.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5506239431427799458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"Faça a sua parte", é o que dizem. E isso significa o quê? Postar foto de crianças raquíticas no orkut e dizer que se preocupa com os pobres? Abraçamos tantas questões que nem sabemos mais exatamente de que se tratam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BANHO DEMORADO! Será possível que até mesmo em um momento tão simples e relaxante, como o banho, eu sou obrigado a pensar que se passar de 10 minutos ali, estarei colaborando para a futura escassez de água no planeta? E a amazônia? E os direitos dos índios? E a luta pela igualdade dos sexos? E a pena de morte? E a  a pobreza? E a fome? E a criminalidade? E a obrigatoriedade do diploma de jornalismo? E o petróleo? E os bichinhos morrendo por derramamento de óleo?&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;s&gt;E os Galvão Birds?&lt;/s&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; E os...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AAAAAH!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar faz mal às vezes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-5047167412670363271?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/5047167412670363271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=5047167412670363271' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/5047167412670363271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/5047167412670363271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2010/08/anarquia.html' title='Anarquia'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/TGoXlu6AuaI/AAAAAAAAAj4/2cgOnPD5JZo/s72-c/image002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-546210528385469727</id><published>2010-08-03T20:15:00.000-07:00</published><updated>2010-08-04T04:45:47.769-07:00</updated><title type='text'>Advogado do diabo</title><content type='html'>Tenho pensado em adolescência. Em manias, modas, pra ser mais específico. Dessas que pegam o menino que acabou de sair da quarta série e começou a olhar diferente pra menina da carteira ao lado e a menina que acabou de menstruar pela primeira vez. Mas além desses, um público jovem em geral. Crepúsculo, Restart, Malhação, enfim, esses assuntos que ninguém mais aguenta ver na mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos meses (ou anos, não sei quão desatualizado eu estou, haha), têm surgido na internet brasileira os chamados "vlogs", já famosos no exterior: videoclips semelhantes a um blog, e neles, novas "figuras": PC Siqueira,  Felipe Neto, o personagem indignado, e tantos outros...Não vou me detalhar pois pouco sei do assunto, conheci mais os vídeos desses dois mesmo. Em especial o caso de Felipe Neto, este fala sobre assuntos que realmente estão na mente adolescente da nossa geração, seja no Brasil, seja no mundo, e  obteve o reconhecimento rapidamente após tal investida. As pessoas se mataram de criticar ou elogiar, mas qualquer um que frequente as redes sociais sabe da existência do cara, e de alguma forma pensou a respeito dos assuntos. Comigo não foi diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não falarei dele, e sim das pessoas por trás dele (sem segundas intenções auhauha), ou melhor, dos "fãs" dessa nova fase da comunicação de massa: os críticos da comunicação de massa.  O que tenho visto, em potencial, são pessoas descendo a lenha nas bandas "coloridas", nos "livros de menininha", nos colírios da capricho e sei lá mais o quê. E qual a idade dessas pessoas? Ao menos a maioria que eu vi, mais de 18. Alguns já na faculdade, outros fazendo cursinho...Mas num sentido geral, pessoas que já estão saindo da adolescência.&lt;br /&gt;Você tem algum amigo de 25 anos que vai ao show das bandas coloridas? Alguma amiga que liga do trabalho pra outra amiga pra comentar do último episódio do vida de garoto? (lembrando que o nome do programa é DE GAROTO e não vida DE ADULTO...Concordo plenamente que é uma porcaria, maaaaaaas, todos sabemos o público ao qual ele é destinado) A não ser que você tenha amiguinhos meio atrasados, se é que me entende, provavelmente não.&lt;br /&gt;E qual o sentido de tudo isso, então? Não me parece muito inteligente criticar um produto feito para adolescentes (e pré-adolescentes) que brigam com espinhas e têm muitos sonhos com o vampiro que brilha.  São produtos de massa? São. Do ponto de vista de alguém mais velho, são idiotas? São. Mas NÃO SÃO para um público mais velho! Se você é mais velho, sabe que é ruim mas curte mesmo assim, não faz mal. Afinal, todos curtimos alguma porcaria. Eu adoro seriados, largo os estudos muitas vezes para assistí-los. E os revejo. Nem tudo na vida é estudo e seriedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o ponto é que as pessoas estão criticando algo que já fez parte da vida delas. As gerações mudam. Se hoje eles gostam disso aí que tá rolando, seja a calça laranja, seja o filho do cantor famoso que tá na novela, com certeza no passado os que criticam hoje já gostaram de alguma porcaria também. Só porque é diferente, não significa que não fosse. Quem aí não assistia pokemon na record? Quer coisa mais ridícula do que um monte de bichinho que se mata sem motivo nenhum? Ou Yu-gi-oh, ou Power Rangers...Que atire a primeira pedra a menina que nunca comprou uma capricho na vida ou nunca sonhou com o tal do Felipe Dylon (me desculpem se eu fizer citações toscas, mas não conheço muito disso auhauha). Só que essas meninas cresceram, hoje se acham maduras, e julgam as que gostam dos ídolos de hoje. São apenas gerações, mas não deixa de ser a mesma história, contada por outras pessoas, sob novas perspectivas. Se é pra xingar música ruim, xinguem funk, pagode (e que me perdoem os pagodeiros haha), axé...Porque esse não é destinado ao público juvenil..É para o público adulto mesmo, e muita gente gosta. As pessoas amadurecem em fases diferentes. Não é nem um pouco sensato desrespeitar o tempo do outro com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se essa geração da crítica vai fazer as pessoas abrirem seus olhos e crescerem, eu não sei, mas até agora a única coisa que eu vi foi uma briga sem fim, nem vencedores pra nenhum dos lados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-546210528385469727?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/546210528385469727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=546210528385469727' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/546210528385469727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/546210528385469727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2010/08/advogado-do-diabo.html' title='Advogado do diabo'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-146405289546672579</id><published>2010-03-18T23:20:00.000-07:00</published><updated>2010-03-19T00:07:31.439-07:00</updated><title type='text'>O equilíbrio na corda bamba</title><content type='html'>Esse post será...&lt;span style="font-style: italic;"&gt;um pouco&lt;/span&gt; maior do que o normal, haha. Além do mais, farei muitas a referências a outras postagens, então recomendo que leiam quando estiverem bem &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SEM FAZER NADA!&lt;/span&gt; :p&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Charlie Harper, Sheldon Cooper e Barney Stinson&lt;/span&gt;. O que esses personagens têm em comum? Além de fazerem parte de grandes seriados (sitcom) dos EUA, é claro. Charlie, da série "Two and a Half Men" é um mulherengo pra mulher nenhuma botar defeito: rico, galã, pianista, um carrão na garagem e uma casa na praia com vista para o mar. Sheldon Cooper, o esteriotipado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;nerd&lt;/span&gt; de "The Big Bang Theory", físico teórico de QI 187, que conseguiu seu PhD com apenas 16 anos, mas incapaz de socializar. E pra finalizar, Barney Stinson, o solteirão de "How I Met your Mother", autor do código de conduta dos brothers (The Bro Code), que já transou com mais de 200 mulheres. Mas afinal, o que eles têm em comum? (e lembramos aqui do post sobre os sitcom em comparação à vida real, na postagem &lt;a href="http://timelesswinter.blogspot.com/2009/06/as-verdadeiras-sitcom.html"&gt;"As verdadeiras sitcom"&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Two and a Half Men&lt;/span&gt;, vivemos um binômio constante: Charlie e seu irmão Alan. Ou melhor: a vida da vadiagem, do solteiro feliz e descompromissado, ou a de casamentos frustrados, dívidas a serem pagas, e tudo sendo levado a sério. Pode parecer, a princípio, que Alan sofre uma grande desvantagem, mas existe aí uma realidade: Cada um desses personagens puxa a corda em extremidades diferentes, que a leva pra lá e pra cá constantemente, sem um equilíbrio: viver uma vida de prazeres ou uma de compromiss os? Ferir os sentimentos de todas ou sofrer por uma? E mais: viver nos "one night stand"(sexo casual) ou manter uma relação com sentimento, amor, confiança? Essas e outras questões são levantadas em Two and a Half Men, reduzindo situações ao absurdo. Isso só me faz enxergar uma coisa: a tese e a antítese estão postas, mas é preciso de uma síntese (e viva a dialética!): O EQUILÍBRIO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/S6Mcp0WQD9I/AAAAAAAAAfA/Ypdh_4Jt0Z0/s1600-h/two_and_a-_half_men.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/S6Mcp0WQD9I/AAAAAAAAAfA/Ypdh_4Jt0Z0/s320/two_and_a-_half_men.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5450231478800617426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Indo para o apartamento de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sheldon Cooper&lt;/span&gt;, a disputa se repete, em outra faceta: Temos, por um lado, sua personalidade imutável, repleta de "regras" que ele mesmo se estabelece, manias a serem seguidas o tempo todo e uma aversão incrível ao meio social, e por outro, sua vizinha Penny, uma loira gostosa que trabalha na Cheesecake Factory (uma espécie de restaurante), que dedica sua vida a coisas simples, pouco entende da física ou do conhecimento erudito, mas sonha ser atriz e conhece o nome e a vida de inúmeras celebridades. Será mesmo que há um certo ou errado? Mais uma vez me senti na mesma situação de reflexão: não se deve levar a vida tão a sério assim, mas existe um limite. Nesse ponto, outro personagem da série procura agir bem: Leonard, companheiro de quarto de Sheldon. Ele também é "nerd", mas procura socializar e viver como qualquer outra pessoa, ter amigos, ir à festas e conversar. Desde quando conhecimento é sinônimo de chatice, ou beleza e assuntos comuns são símbolos de futilidade?  (uma passadinha nos posts "&lt;a href="http://timelesswinter.blogspot.com/2009/04/controversia.html"&gt;Controvérsia&lt;/a&gt;" e "&lt;a href="http://timelesswinter.blogspot.com/2008/11/futilidade.html"&gt;Futilidade&lt;/a&gt;" complementam melhor essa questão)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/S6Mf-kmeybI/AAAAAAAAAfI/m9JHbw-cG14/s1600-h/big-bang-theory_l.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/S6Mf-kmeybI/AAAAAAAAAfI/m9JHbw-cG14/s320/big-bang-theory_l.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5450235133885860274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para finalizar o trio dialético das comédias, How I Met your Mother. Nesse último, coloquei o personagem Barney como exemplo, mas o dilema vai além dele. Esse seriado é muito voltado aos relacionamentos: manias entre casais, problemas no namoro, encontros a 4 pessoas, encontros às escuras, amor, romance, ficada, e daqui em diante, o que mais você conseguir pensar. O engraçado mesmo é que os criadores dessa série conseguem o que muitos insistem, mas não enfiam na cabeça das pessoas: nossos problemas são simples, quem os complica somos nós. Como é ridículo observar certos problemas de um namoro do lado de fora! Os ciúmes, as brigas, os desentendimentos...É preciso ser racional às vezes, mas nunca abandonar o emocional. Entenda o que o outro está sentindo, procure manter uma igualdade, não se prenda a este outro como se fosse a única pessoa do mundo, e deixe-o viver tão livre quanto qualquer ser humano merece a liberdade. É tão simples!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/S6MhvBL5fSI/AAAAAAAAAfQ/7WmOsj0O4ac/s1600-h/how-i-met-your-mother-tv-111.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 214px; height: 286px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/S6MhvBL5fSI/AAAAAAAAAfQ/7WmOsj0O4ac/s320/how-i-met-your-mother-tv-111.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5450237065704340770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, o óbvio a se esclarecer, mas que todos se negam a aceitar: sem um equilíbrio, a casa toda desaba, e haja auto-estima e perserverança que reconstrua! Em cada atitude nossa, devemos procurar entender a um, entender a outro, para enfim chegar a algum lugar coerente. Não adianta querer pular para os extremos sem antes ter entendido o que se passa no centro!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-146405289546672579?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/146405289546672579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=146405289546672579' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/146405289546672579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/146405289546672579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2010/03/o-equilibrio-na-corda-bamba.html' title='O equilíbrio na corda bamba'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/S6Mcp0WQD9I/AAAAAAAAAfA/Ypdh_4Jt0Z0/s72-c/two_and_a-_half_men.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-2176516440619580552</id><published>2010-02-26T01:28:00.000-08:00</published><updated>2010-02-27T22:29:39.895-08:00</updated><title type='text'>Que pílula tomar?</title><content type='html'>&lt;p&gt;Elas apareceram em “Alice no País das Maravilhas” (Lewis Carrol). Foram idolatradas, copiadas. Muito tempo depois,  reaproveitadas em Matrix. Entre um texto e outro, muitos autores desfrutaram de tal deixa para se deleitar em pensamentos filosóficos e críticos,  especialmente a respeito da manipulação. Mas a premissa é a mesma: a metáfora de um mundo de uma “dura” realidade, paralelo a um mundo “imaginário”, no qual vive a maioria das pessoas.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img class="aligncenter" title="Alice" src="http://ressabiator.files.wordpress.com/2008/06/alice.jpg" alt="" width="353" height="269" /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pode parecer estranho, depois de tanta complexidade que já depositaram nas famosas cápsulas coloridas, o tema que pretendo discutir: bebidas!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Talvez eu não seja a melhor pessoa do mundo pra dizer o que é beber, quais são seus efeitos, e se isso é bom ou não, porque nunca experimentei nem tenho vontade.  Em meu about do site, já incluo na lista das coisas que não gosto, o álcool.  Não pelos efeitos da moral e do conservadorismo, simplesmente nunca me atraí.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas tive de conviver com ela, desde o início da adolescência. Amigos de 13 ou 14 anos já bebiam, fumavam, outros até mesmo chegavam a se drogar. No colegial, nada que não se pudesse evitar, mas chegando à faculdade, se tornou parte da minha realidade diária. Tentei não sair com quem bebia, tentei.  Se fosse continuar levando esse meu bloqueio a pessoas “bêbadas” mais para frente, talvez estivesse sem amigos nesse momento. Enfim, apenas um comentário do “papel” que o alcoolismo exerceu na minha vida até os dias de hoje. Vamos ao que interessa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você aceita sua realidade?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Bares, baladas, festas em geral. Se faltou bebida, faltou animação. Tornou-se praticamente uma regra, uma essência do meio social. Alguns defendem que precisam ficar “loucos”(o termo mais popular) para perder a vergonha(se é no bom sentido, eu já não sei dizer rs). Outros, que só conseguem se socializar sob os efeitos do álcool. Alguns simplesmentem querem ficar “alegres”,. Mas será mesmo que esse mundo fantasioso é necessário, ou sequer existe?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sempre tomo como exemplo a minha família. Meu pai nunca gostou de bebida, e minha mãe bebeu até uma certa idade, e depois parou. Não por isso deixaram de fazer novos amigos, se animarem, irem a festas, e etc. Com alguns tios, a mesma coisa. COMIGO, principalmente, posso dizer que nunca faltou nada disso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O cérebro humano é muito complexo pra se depositar tudo em uma garrafinha com uma poção mágica. Somos muito mais do que uma máquina que funciona somente à esse tipo de combustível. Existem emoções que se ativam por meio de outras. A coletividade, por exemplo, traz um efeito muito grande em qualquer pessoa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pense no seguinte caso (e voltamos ao "&lt;a href="http://timelesswinter.blogspot.com/2009/06/as-verdadeiras-sitcom.html"&gt;As verdadeiras sitcom&lt;/a&gt;" aqui): assistir um filme de comédia em grupo, de preferência na casa dos amigos ou no cinema, e depois assistir outro filme de comédia sozinho. Enquanto no primeiro caso, mesmo que o filme seja um lixo, terá um acesso de risos, no segundo caso, provavelmente achará engraçado “por dentro”, mas não rirá da mesma forma. As pessoas à nossa volta é que transmitem energia, boa ou ruim.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Precisamos ser abertos a essas energias, para aproveitar tais momentos. Não é nenhum álcool que vai resolver sua vida.  &lt;strong&gt;É a auto-compreensão, a tentativa, o desejo e o amor próprio.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-2176516440619580552?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/2176516440619580552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=2176516440619580552' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/2176516440619580552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/2176516440619580552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2010/02/elas-apareceram-em-alice-no-pais-das.html' title='Que pílula tomar?'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-2320725370917090141</id><published>2010-02-16T19:32:00.000-08:00</published><updated>2010-02-16T20:15:14.120-08:00</updated><title type='text'>O ponto de referência</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Tudo depende do ponto de referência"&lt;/span&gt;, já dizia minha professora de física no colegial. E o de história, então? "Se Hitler fez isso ou aquilo, é porque no ponto de vista dele, estava correto". E quando eu achei que me livraria dessa sentença chata, o teatro (na parte de estudo da dialética) me faz usá-la outra vez: por que aquela personagem fez isso? Por que Paris atacou Romeu? E eu pensava: É CLICHÊ MAS É REAL, TUDO DEPENDE DO PONTO DE REFERÊNCIA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assisti ao filme "500 dias com ela" (excelente, por sinal), recomendação de uma amiga, e a história não me deixou muito bem. Não quero estabelecer nenhum texto sobre ele, mas só para seguir a linha de raciocínio: Um cara se apaixona por uma colega do trabalho. Ela não quer nada sério, mas eles começam a sair e as coisas não acabam bem. Não vou dar detalhes para não estragar o prazer de quem ainda não viu...Mas a questão é: O filme é triste, e mostra que o amor não é perfeito como dizem, e que as pessoas se machucam. E adivinhem o protagonista dessa história? O cara, obviamente. Dentro do "ponto de vista dele", o filme se desenvolve. As músicas, o ambiente e as câmeras ajudam a transmitir como ele estava por dentro diante da situação em que ele se encontrava. De certa forma, o espectador cria uma antipatia à moça que fez mal a esse personagem. E, na mesma direção, sente pena do que acontece com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora eu me pergunto...Como seria esse mesmo filme se o protagonista fosse trocado? Se toda visão estivesse focada nela, e não nele? Uma atmosfera mais alegre, talvez. Os motivos dela seriam melhor entendidos, e ele provavelmente seria visto como um cara chato que não conseguiu seguir em frente quando as coisas não correram bem. Entendem onde quero chegar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas, desde que começam a pensar e a entender melhor o mundo, são bombardeadas por um sonho. O sonho de serem únicas, de que todos admirem suas atitudes e que se tornem inesquecíveis, de alguma forma. E elas tentam, por toda sua existência, atingir essa meta.&lt;br /&gt;Se protagonizar a própria vida já é difícil, como temos a pretensão de protagonizar a dos outros também?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes eu pensei, quando fui dispensado por uma garota, ou tive nota baixa em um trabalho de escola, ou mesmo fiz inimizade com alguém: "eles não sabem o que fazem, não têm capacidade de entender quem eu sou, interpretaram errado". &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mas quem interpretou errado fui eu.&lt;/span&gt; Achar-se ideal não é ser ideal. E no caso da garota, o fato dela ser perfeita pra você não significa que você também é perfeito para ela. E quando nos tocamos disso, que somos apenas mais um, como qualquer outro, as coisas ficam ruins. E como ficam!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ser mais um &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não&lt;/span&gt; significa que não devemos fazer nada da vida. O contrário disso, na verdade. Podemos não ser o melhor para os outros, mas e para nós mesmos? Se tudo depende do ponto de referência, sigamos a nossa referência! Nem tudo vai acontecer como queremos ou como achamos que devia ser, mas é assim que funciona. Por isso, pare de choramingar a sua perda, e continue sua vida. O mundo não vai te socorrer porque você quer que seja assim. E quanto mais cedo chegar a essa conclusão, melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/S3trmPxyP7I/AAAAAAAAAek/Cha4r_HvCBI/s1600-h/pensamento4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 250px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/S3trmPxyP7I/AAAAAAAAAek/Cha4r_HvCBI/s320/pensamento4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439059279794552754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-2320725370917090141?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/2320725370917090141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=2320725370917090141' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/2320725370917090141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/2320725370917090141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2010/02/o-ponto-de-referencia.html' title='O ponto de referência'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/S3trmPxyP7I/AAAAAAAAAek/Cha4r_HvCBI/s72-c/pensamento4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-7220552014122274989</id><published>2010-01-09T12:36:00.000-08:00</published><updated>2010-01-09T12:40:49.981-08:00</updated><title type='text'>O riso em duas cores</title><content type='html'>&lt;p&gt;Este é um texto que escrevi no começo de 2008. Ele foi feito para outro blog, o "morfogênese", mas o site acabou não dando certo. E para não perdê-lo...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O riso em duas cores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois de assistir o último &lt;strong&gt;Todo Mundo em Pânico&lt;/strong&gt;, tive uma decepção muito grande. Do primeiro filme(que apesar de non-sense era engraçado), o título vem piorando cada vez mais. Piadas repetidas, humor de qualidade duvidosa, cenas sem a menor graça, resta mesmo rir das famosas paródias.  Parece que conseguiram aglomerar uma porção de cena de outros filmes que não deram certo, e juntaram neste aqui.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas a postagem não é sobre filmes atuais, muito menos dessa década.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao pesquisar no acervo do blog &lt;a href="http://cinemacultura.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/cinemacultura.blogspot.com');"&gt;Cinemacultura&lt;/a&gt;, decidi conhecer um pouco de Charlie Chaplin, um diretor/ator que muitos falam, mas poucos conhecem de verdade. Sempre me perguntei como é que alguém conseguia fazer um filme, que além de não ter cores, era mudo. Talvez funcionasse para os mais parados, eu imaginava. E que engano!&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img class="aligncenter" title="modern times" src="http://www.museu.ufrgs.br/admin/programacao/arquivos/moderntimes.jpg" alt="" width="299" height="447" /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E já era de se esperar que eu começasse pelo mais famoso, pelo mais cobiçado e comentado &lt;strong&gt;&lt;em&gt;MODERN TIMES&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;(Tempos Modernos). Contemporâneo, Chaplie esteve a frente de todos os homens à sua época, quem dirá os de hoje. Nesta obra, definiu padrões que seriam “imitados” no cinema até a atualidade, desde ângulos de câmera até o formato de sua comédia crítica. E é aí que focalizo este post. O que programas e filmes do nosso tempo tentam com todo o apelo e humilhação possíveis, o branco e preto conseguiu fazer melhor. E não estou querendo soar conservador, antiquado, pseudo-intelectual ou qualquer coisa do gênero. Pelo contrário, de todos os filmes dessa época que assisti, esse foi um dos únicos que consegui acompanhar até o fim sem dormir. Pra que vulgarizar mulheres? Expor os pobres, os ignorantes, e até mesmo “brincar” com o racismo? Nunca fui desses que enxerga racismo em tudo, mas qualquer um sabe que o gênero da comédia é amplamente explorado em suas piores vertentes, hoje em dia, o conhecido “Humor negro”, deixando a faceta mais inocente em segundo plano, esta considerada “ultrapassada e sem graça”, para muitos. Pois desafio a todos: assistam meia hora de TEMPOS MODERNOS sem rir. Não é simplesmente o riso por si só que se encontra ali, mas toda a crítica a que se submete o contexto.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O tema&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assisti outro filme que aborda mais ou menos o mesmo tema, e que achei um saco, apesar de ser bem visto pela crítica em geral: &lt;strong&gt;Metropolis(Fritz Lang, 1927)&lt;/strong&gt;. O árduo trabalho do homem, que é exposto a uma vida “secundária”, em prol de uma minoria privilegiada. Não pretendo vincular meu post à nenhuma crítica social, e sim me manter no assunto COMÉDIA. Só citei a relação pra compararem as coisas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Evolução ou involução?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Essa mudança de hábito talvez(?) tenha alguma relação com o nosso mundo de hoje, que obviamente mudou muito desde 1936. Outra mentalidade, outros padrões, outra história. Mas será mesmo que mudamos tanto assim? Será que esse filme, que é tão usado em discussões acadêmicas e no meio intelectual, está ultrapassado? Nao quero parecer trágico nem exagerado, mas o sucesso adquirido com as porcarias das quais rimos nos dias de hoje só me faz pensar que o ser humano está cada vez menor. E quanto.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-7220552014122274989?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/7220552014122274989/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=7220552014122274989' title='32 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7220552014122274989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7220552014122274989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2010/01/o-riso-em-duas-cores.html' title='O riso em duas cores'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>32</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-9023180978830691975</id><published>2009-11-27T18:52:00.000-08:00</published><updated>2009-11-29T16:54:33.478-08:00</updated><title type='text'>A arte de enganar a si mesmo</title><content type='html'>Já conheci um pouco de bastante coisa. A música de Bach, a pintura de Frida Kahlo, o novo jogo do Playstation 3, o último filme de comédia romântica hollywoodiano que está no cinema. Para algumas dessas, é prestigioso dizer "eu conheço, eu aprecio". Para outras...Nem tanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.fcblu.com.br/mottab/fotos04/O-Erudito---Rog%C3%A9rio-Borges.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 372px; height: 423px;" src="http://www.fcblu.com.br/mottab/fotos04/O-Erudito---Rog%C3%A9rio-Borges.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Com o avanço da internet e da internet banda larga, o acesso à cultura está se tornando cada vez mais fácil. E com ele, o surgimento de centenas de "geniozinhos" espalhados pelo globo. Eles são pessoas que citam Nietzsche, Dostoiévski, Rosseau, que ouvem música erudita e rock alternativo, que conhecem o teatro espanhol e toda a literatura inglesa. Ah, é claro, tudo isso descoberto pela wikipedia e semelhantes. E eles se proliferam rápido. Em um piscar de olhos, ouvir uma música eletrônica virou blasfêmia. Ver um filme qualquer para se divertir virou fútil. Aliás, "futilidade" se tornou o carro-chefe das ofensas utilizadas pela geração de intelectuais mirins. (leiam o post "&lt;a href="http://timelesswinter.blogspot.com/2008/11/futilidade.html"&gt;Futilidade?&lt;/a&gt;", do ano passado)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que o indivíduo comum - consciente de seu papel na sociedade, e querendo, como todos, se incluir num círculo de amizades - faz? Ele se encaixa, e da pior forma possível. Como? Ele passa a ouvir, assistir, ler e respirar tudo aquilo que é considerado "culto" por esse círculo que o envolve.E já não basta o fato de conhecer algo que provavelmente não vai gostar, engole o produto, obrigando-se a acreditar que a qualidade do mesmo é indubitável e intocável. Se ele não gostar, é ignorante. Se não aprovar, se não sentir prazer ao apreciar tal obra, é um inferior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não estou questionando a qualidade de nada citado anteriormente, ou qualquer outra. Mas o que é a arte? Ninguém faz algo que não gosta. Os muitos que  criticam o fato de existirem "ovelhas" da mídia, que seguem as tendências de tudo que está na tv e no rádio, são os mesmos que se tornam escravos do que julgam "culto". E se é pra fazer o que não gosta só pra agradar os outros, que diferença faz se é com algo "inteligente" ou não? Nenhuma. É simplesmente uma grande hipocrisia para se elevar diante de outros. Não se come aquilo que não se gosta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://tailinehijaz.files.wordpress.com/2009/10/confuso_cao2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 250px; height: 250px;" src="http://tailinehijaz.files.wordpress.com/2009/10/confuso_cao2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Apesar de gostar muito de livros e de conhecer estilos de escrita, uma das matérias que mais odiei no colegial foi literatura. E por quê? Simples, era obrigado a ler, e não levado a conhecer algo por vontade própria. Na escola, vivem lhe colocando na cabeça que você deve conhecer isso, isso e aquilo. Mas nunca perguntam se aquilo lhe agrada, se é isso que quer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós precisamos entender que para tudo existe um equilíbrio. A vida não se trata apenas de estudar ou buscar as profundezas do intelecto. Mas também não é uma eterna bagunça. É um mesclado de ambos, na medida certa. Não se obriga a fazer o que não se gosta. É simples, e se todos pensassem assim, talvez as pessoas procurariam mais, por si só, pelos melhores filmes, pelas melhores músicas...Enfim, sem uma obrigação de se tornar um cidadão superior a ninguém, sem a prepotência de ser mais inteligente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que tal seguir o caminho que mais lhe agrada?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-9023180978830691975?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/9023180978830691975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=9023180978830691975' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/9023180978830691975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/9023180978830691975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2009/11/arte-de-enganar-si-mesmo.html' title='A arte de enganar a si mesmo'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-5284926102636083784</id><published>2009-10-16T22:04:00.000-07:00</published><updated>2009-10-17T18:46:10.091-07:00</updated><title type='text'>Vivendo ao lado</title><content type='html'>&lt;span&gt;A dor é relativa.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mãe, estou triste. Acabei de terminar com a Michele. Acho que não irei à escola amanhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;- E eu com isso? - respondeu uma mãe zangada. - Mas é claro que você vai. Fica aí reclamando da vida por qualquer coisa.  Enquanto você chora por um namorico de alguns meses, por que não vê que outras pessoas têm problemas muito maiores que os seus? Veja a&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Carmen. Perdeu o marido no acidente de carro, depois de 25 anos de casamento. ISSO É SOFRIMENTO! Vê se para de graça e vá dormir que amanhã, você irá pra escola SIM.&lt;/span&gt;   &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de tal argumento, o filho se cala, e acaba se convencendo de que não tem motivo algum pra ficar triste. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;- Poxa, hoje é natal e eu só ganhei uma camiseta, como sempre. Que porcaria! - dizia o menino.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;- Preferia não ganhar nada? Ou pior, não ter nem como se alimentar? Agradeça por ter  uma casa para ficar nesse natal, por ter uma família, ter comida. Mal agradecido, olha que deus te tira isso tudo, hein? - retrucou o avô.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E mais uma vez a tristeza de um indivíduo desaparece em meio à reflexão dessa tal de "sentimento relativo".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes dois exemplos são clássicos da vida de cada um, e com certeza, sob tantas outras formas, já devem ter aparecido em nossos cotidianos. A velha mania de comparar refrigerante com vinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossos dias são cobertos de uma porção de sensações, que brincam conosco constantemente. Acordamos de mal humor, somos recebidos por um belo café da manhã e um sorriso de nossos pais, chegamos à escola e recebemos uma deprimente nota vermelha numa prova, recebemos uma promoção no trabalho, vemos tragédias na televisão que acontecem em todo o mundo, e até mesmo choramos com o filme ou a novela. O "vai-vem" é o que compõe quem somos. Alguns com mais problemas, outros com menos, e cada um lidando de uma forma com a sua situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/StlVraRo8jI/AAAAAAAAAZk/ZddrZgsxURQ/s1600-h/fogo_e_agua.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 288px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/StlVraRo8jI/AAAAAAAAAZk/ZddrZgsxURQ/s320/fogo_e_agua.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393436233028923954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém vive em estado absoluto de felicidade, bem como não há como viver em eterna depressão. Mas se o "bom" é tão agradavelmente recebido pelas pessoas, por que é que o "ruim" não é? Se ambos fazem parte do que somos, por que banalizar a tristeza? Não estou dizendo para vivermos infelizes, muito menos para procurar motivos pra sofrer. Mas impor um respeito ao que nos limita como ser humano. Entender o porquê da tristeza também é importante. Refletir sobre a própria existência, estabelecer autocrítica, mudar algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é porque "existem problemas piores", que o seu problema não é importante, que sua tristeza não deve ser levada em consideração. Se fôssemos pensar nessa lógica, ser feliz também não é possível, pois com certeza existem pessoas muito mais felizes o tempo todo, com vidas bem melhores do que a nossa. E não há psicólogo, ou seja lá quem for, que nos diga o que é forte o suficiente pra derrubar nosso ânimo, ou elevar o entusiasmo. É algo particular, individual. Um exercício de você, para você mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coisas ruins acontecem, e sim, elas são importantes. Não existe nenhuma "relatividade de dor", nem nenhum parâmetro para isso. Devemos estar preparados pra tudo, e acima disso, preparados pra superar tudo. SUPERAR, e não negar a nossa realidade diante de outras ditas "piores".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ser humano é sentir, existir, respirar, e viver o mundo que nos cerca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;A dor não é relativa.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-5284926102636083784?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/5284926102636083784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=5284926102636083784' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/5284926102636083784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/5284926102636083784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2009/10/dor-relativa.html' title='Vivendo ao lado'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/StlVraRo8jI/AAAAAAAAAZk/ZddrZgsxURQ/s72-c/fogo_e_agua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-7459255892361694300</id><published>2009-09-18T00:14:00.000-07:00</published><updated>2009-09-18T00:28:38.671-07:00</updated><title type='text'>O jogo social</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A&lt;/span&gt;o conversar com outras pessoas, conhecer novos ambientes e observar diálogos alheios, tenho parado para refletir. Entramos em cada situação engraçada, que nos impõe uma conduta falsa e um resultado mais falso ainda. O que seria do mundo social se as "mentirinhas" não existissem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_fIvPzgVnZ4A/SV_cPikwsPI/AAAAAAAAAB0/mb41SRvo4_c/s200/070524-BB-CCP-Falsidade-SITE.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 192px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_fIvPzgVnZ4A/SV_cPikwsPI/AAAAAAAAAB0/mb41SRvo4_c/s200/070524-BB-CCP-Falsidade-SITE.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para não confundir, vou exemplificar. Decidi, depois de alguns anos, voltar a festejar meu aniversário em casa, convidando amigos e fazendo um churrasco. afinal, era especial: 18 aninhos. Convidei até quem não quis, evitando problemas com "conhecidos". O curioso é que mesmo sendo abrangente nesses convites, se eu convidasse certos "conhecidos menos conhecidos"(passarei a chamá-los de CMC no texto), seria até estranho da minha parte, já que nossos relacionamentos resumem-se em "oi, tchau, boa noite".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No transporte escolar, tenho dois amigos, e o restante, CMC. Por que cmc? Por educação, o correto é comprimentá-los, desejar boa noite e outras coisas. A maldita socialização falsa que eu tanto desprezo. Acharia muito mais prazeroso entrar sem falar nada, e sair igualmente. Mas vêm nossos amigos da educação e criam termos pejorativos como "metido, arrogante", rotulantes dos que pensam como eu. Para evitar, faz-se o joguinho social. Quem é que quer ser tachado de coisas ruins pelos outros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz de tudo para convidar os dois amigos sem citar as palavras "festa" e "aniversário", para não constranger os não convidados. Mas não deu para evitar, em um momento ou outro acabei falando sem querer. E com os comentários e mais comentários, em algum momento eles captaram o meu desprezo. Uma sensação engraçada passava pela minha cabeça a todo momento que os via. Parecia que a cada vez que os olhava nos olhos, eu dizia "eu sei que você sabe da minha festa, e você não está convidado". Mas como eu disse, seria mais estranho se eu convidasse os cmc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o pior é que de vez em nunca, trocava algumas palavras com um ou outro dali. É o que costumo chamar de intimidade relâmpago. Você sabe da existência de alguém, mas nunca conversa. Por um acaso, passam alguns momentos dialogando, falam de tudo, mas no dia seguinte já se tratam na base do "oi-tchau" novamente. Acabava me dividindo...Quem é o "eu" que convida essa pessoa: o de todos os dias, ou aquele que já teve a intimidade relâmpago? E a sensação engraçada persistia. E foi um tormento. A cada vez que alguém me tratava bem ali dentro do transporte, eu me chateava. São conversas que ocorrem pelos olhos e não pela fala em si. Ambos sabem da situação, mas evitam comentar para não constranger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outra situação...Pensemos em um casal. Ele a ama, e é recíproco. Noite de cinema, shopping e muitas mulheres bonitas passando. Ele passa pelos amigos solteiros e, apesar de não ter seu amor diminuído pela namorada, pensa: eu poderia estar com eles. Ele não olha para nenhuma, com medo da repressão dela. Mas ele quer. E o mesmo com ela. Ambos guardam tais desejos no mais profundo e inacessível canto da cabeça, e tentam não tirar mais de lá. Por quê? Não é mais fácil assumir que os dois são seres humanos e sentem atração pelo sexo oposto, independente de se amarem? Uma coisa é respeitar o namoro, outra é respeitar a si mesmo, e a seus "instintos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando a falar de amigos. Pegando carona em meu texto "&lt;a href="http://timelesswinter.blogspot.com/2009/08/o-tempo-destroi-o-tempo-transforma.html"&gt;O tempo destrói, o tempo transforma&lt;/a&gt;", imaginem agora um amigo que o tempo já apagou. Alguém, que apesar de ter tido um grande histórico de passeios, piadas internas e assuntos, hoje não passa de mais um que exibe uma foto em sua página de conhecidos no orkut(se é que ele está lá). Um dia vocês se encontram, e o constrangimento interno é inevitável. Ele está namorando, a irmã dele viajou pra Itália, ele arranjou um emprego na empresa que você sempre quis. Talvez vocês nem se lembrem direito do nome do outro. Mas o diálogo com certeza envolverá frases do tipo "que saudades, cara! por que não me contou todas essas novidades?" Á resposta é óbvia, mas não é ela que vem à tona: NÃO CONTEI PORQUE NÃO SOMOS MAIS AMIGOS, NOS AFASTAMOS E EU MAL LEMBRO DO SEU NOME. No lugar disso, temos: "pois é, cara...ando sem tempo, estou trabalhando muito, mas vamos marcar algo aí...manda um scrap lá no orkut...blablabla, abraço". O famoso "vamos marcar algo aí" já é marca registrada dos ex-amigos. E ambos a engolem como se fosse normal, mesmo que por dentro saibam que não vão marcar nada, em momento algum. Tudo em nome da educação e dos bons modos. Mas é assim mesmo, uma mentirinha aqui, outra mentirinha ali, e assim convivemos em grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes me sinto mal por pensar assim, e garanto que muitos discordarão. Mas me resta perguntar: viver entre pessoas é viver mentindo? Quantas vezes por dia somos obrigados a inventar, aumentar, diminuir, esticar, puxar e inverter fatos, e até a nós mesmos para que não criemos problemas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_vvXRfc1BbV8/SZUuGQnatoI/AAAAAAAAA_U/qwT-GI3eSSA/s400/Falsidade2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 349px; height: 248px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_vvXRfc1BbV8/SZUuGQnatoI/AAAAAAAAA_U/qwT-GI3eSSA/s400/Falsidade2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S: Agora sou colunista do site de Itu(www.itu.com.br), visitem &lt;a href="http://www.itu.com.br/colunistas/arquivo.asp?cod_usuario=15903"&gt;minha página!&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-7459255892361694300?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/7459255892361694300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=7459255892361694300' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7459255892361694300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7459255892361694300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2009/09/o-jogo-social.html' title='O jogo social'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_fIvPzgVnZ4A/SV_cPikwsPI/AAAAAAAAAB0/mb41SRvo4_c/s72-c/070524-BB-CCP-Falsidade-SITE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-3490036466645976369</id><published>2009-08-12T11:52:00.000-07:00</published><updated>2009-09-01T05:18:40.272-07:00</updated><title type='text'>A dialética do ser</title><content type='html'>&lt;p&gt;Calma! Não é um texto de filosofia, muito menos acadêmico. O que pretendo definir a seguir, é um pensamento que desenvolvi nas aulas de teatro, e que tem me ajudado a "aceitar" melhor as pessoas como elas são(ou tentam ser).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em primeiro plano, vamos definir dialética.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-style: italic;"&gt;&lt;i&gt;A &lt;b&gt;dialética&lt;/b&gt; pode ser descrita como a  &lt;a style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 0, 255); text-decoration: underline;" mce_style="border-bottom: 1px dotted; color: #0000ff; text-decoration: underline;" onclick="hwClick13646352170794(586297168);return false;" onmouseover="hw13646352170794(event, this, '586297168'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://www.infoescola.com/filosofia/dialetica/#" mce_href="http://www.infoescola.com/filosofia/dialetica/#"&gt;arte&lt;/a&gt; do diálogo. Uma discussão na qual há contraposição de idéias, onde uma tese é defendida e contradita logo em seguida; uma espécie de debate. Sendo ao mesmo tempo, uma discussão onde é possív&lt;/i&gt;&lt;i&gt;el divisar e defender com clareza os conceitos envolvidos.&lt;/i&gt; (http://www.infoescola.com/)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Simplificando, é a contraposição de ideias. Falar de um determinado assunto expondo claramente as várias facetas de tal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em uma história infantil, como &lt;b&gt;Branca de Neve&lt;/b&gt;, temos o binômio &lt;b&gt;bem x mal &lt;/b&gt;sendo mostrado de uma forma extremamente simples e bruta. A Branca de Neve, totalmente pura, e a Bruxa, totalmente má. Elas são as 'facetas' sendo mostradas de uma forma que não ocorre na realidade.Talvez essa forma de enxergar as coisas tenha um pouco a ver com o público alvo. Crianças são mais "puras", por assim dizer.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;" mce_style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/Sp0Q-wucRfI/AAAAAAAAAYc/SvGjXFzqqcw/s1600-h/rebeca-branca-de-neve-01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 263px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/Sp0Q-wucRfI/AAAAAAAAAYc/SvGjXFzqqcw/s320/rebeca-branca-de-neve-01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376472200567866866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Já em &lt;b&gt;Os Últimos Passos de um Homem&lt;/b&gt;(Deadman Walking), um dos filmes mais conceituados com o ator Sean Penn, o rumo é outro. O personagem central, Matthew Poncelet, é um assassino cruel, revoltado e complexo, que aguarda sua execução. Temos aqui um protagonista dialético. Com a mesma intensidade de "maldade" que Matt inicia sua história, ele se arrepende. A cada cena, fica a dúvida: "como é que ele vai reagir? Quem é esse personagem?"; A cada fala, uma interpretação diferente de suas atitudes e de seus objetivos.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;" mce_style="text-align: center;"&gt;&lt;img class="aligncenter" title="deadman walking" src="http://routingbyrumor.files.wordpress.com/2008/03/dead_man_walking.jpg" mce_src="http://routingbyrumor.files.wordpress.com/2008/03/dead_man_walking.jpg" alt="" height="337" width="224" /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Até hoje não sei dizer o que acho de &lt;b&gt;Hannibal Lecter&lt;/b&gt;, o famoso psiquiatra canibal dos cinemas. Suas atitudes entravam em contraste o tempo todo com sua inteligência e habilidade para  compreender, solucionar e surpreender. Um criminoso perigoso e sem escrúpulos? Um gênio? Não sei. É simplesmente uma personagem fascinante, e de grande complexidade. E desse, existem muitos no mundo do cinema, e por que não dizer no mundo real?&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;" mce_style="text-align: center;"&gt;&lt;img class="aligncenter" title="hannibal" src="http://metropolitician.blogs.com/scribblings_of_the_metrop/_arquivo_hannibal_lecter-copy.jpg" mce_src="http://metropolitician.blogs.com/scribblings_of_the_metrop/_arquivo_hannibal_lecter-copy.jpg" alt="" height="221" width="303" /&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Parafraseando o personagem Dean Winchester(do seriado &lt;b&gt;Supernatural&lt;/b&gt;): “Demons I Get, people are crazy“. A lógica nem sempre é inerente ao ser humano, nem a seus padrões. Entender a si mesmo é penetrar um mar às cegas, é respirar do pó e das cinzas de uma terra abatida e nebulosa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se entender a si mesmo é difícil, imagine o próximo. Pior então os que não estão tão próximos assim.  Ninguém é formado por características inteiramente puras. Não somos desenhados, nem desenvolvidos por algum tipo de software. Cada um com seus defeitos e oscilações de temperamento. Ninguém consegue ser a mesma pessoa o tempo todo. Um dia tratamos todo mundo bem. Já no outro, queremos evitar conversa. Por um momento, tentamos socializar em todos os lugares, já em outro buscamos um canto para ficar só. Faz parte de nosso modo de ser, e devemos nos respeitar por isso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Não seguimos padrões. Se entender o ser humano fosse fácil, não precisaríamos de psicólogos, psiquiatras, sociólogos e outros profissionais que dedicam a vida a entender um pouco dessa essência, desse complexo emaranhado de possibilidades e características pessoais que é reservado a cada um de nós. Ser humano vai além da compreensão. É simplesmente ser.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-3490036466645976369?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/3490036466645976369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=3490036466645976369' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/3490036466645976369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/3490036466645976369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2009/08/dialetica-do-ser.html' title='A dialética do ser'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/Sp0Q-wucRfI/AAAAAAAAAYc/SvGjXFzqqcw/s72-c/rebeca-branca-de-neve-01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-7985996708295953148</id><published>2009-08-03T15:33:00.000-07:00</published><updated>2009-08-11T20:46:03.559-07:00</updated><title type='text'>O tempo destrói, o tempo transforma</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/SndqDwWQ-GI/AAAAAAAAAXQ/OBYBKs4fPuQ/s1600-h/DSC03963.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/SndqDwWQ-GI/AAAAAAAAAXQ/OBYBKs4fPuQ/s320/DSC03963.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365874093785675874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mudando um pouco do padrão de minhas postagens mais recentes, deixo aqui mais uma "crônica" minha que discute os efeitos do tempo em nossas vidas, em nossos caminhos e em nossas escolhas. Espero que gostem.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diálogo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E&lt;/span&gt; o filho contava, com alegria, a seu pai - O Tempo - tudo que havia conseguido na vida até então...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tenho vivido momentos incríveis, conhecido pessoas maravilhosas e cada precioso sentimento deste mundo. Não vejo como melhorar. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu namoro com a Andreia está uma maravilha, nunca brigamos, eu a amo de verdade, e é pra sempre. Não há nada que nos separe.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A faculdade está cada vez melhor. Meu curso é, sem dúvida alg&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;uma, aquilo que procurei para me realizar. Serei um biólogo dedicado quando me formar, e cuidarei do planeta como se fosse meu próprio corpo. Quero conhecer mais e mais, desvendar mistérios, viajar e descobrir novas culturas, ajudar pessoas. E isso nada vai mudar. Estou convicto de minhas ações futuras.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho os melhores amigos que essa sociedade pode fornecer, me ajudam, me apóiam, e confio neles cegamente como se fossem de minha família. Não tenho nada a reclamar. Eles me fazem rir, me animam nos piores momentos, me completam tanto quan&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;to a Andréia. Não vejo como me separar deles. O que mais eu deveria extrair da vida?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Tempo registrava cada expressão de seu filho, já prevendo o que viria a seguir, mas parecia não se animar com tanta positividade. Após ouvir tudo, começou a falar, com o mesmo rosto sombrio e seco, que antes prestava atenção ao filho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Andréia não é para você, e o namoro logo chegará ao fim. Estará cansado dela. Vocês não devem ficar juntos. Ela te enjoa, ela te irrita, mesmo a menor das manias dela te corrói por dentro a cada instante. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse seu sonho de salvar o planeta, desista dele. Não vai te levar a lugar algum, e você só vai descobrir que quanto mais correr atrás, mais descobrirá da desgraça da humanidade. Mas não desanime, talvez encontre outra fonte para sua ânsia de descoberta e conhecimento. Quem sabe, algo melhor ainda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Definitivamente, seus amigos te limitam. Eles te fecham em um mundo pequeno. Você não gosta deles, você enjoará fácil de tal companhia. Viajará e conhecerá pessoas novas, e a cada passo em sua vida, novas surgirão. E não se cansará de fazer novas amizades. Esse mesmo círculo se afasta a cada dia que se passa, a cada pensamen&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;to seu.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Filho, você me obedecerá, e sem pestanejar, continuará a construir a sua trilha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de infeliz, por ora, o filho ouve tudo e obedece sem perceber. A voz de Tempo não sai de sua cabeça,  e ele vai continuar pensando de formas diferentes pelo resto de sua existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passar dos anos destrói pensamento para colocar outros, em troca. Tudo aquilo que hoje, pode ser o melhor, talvez não signifique nada depois. É por isso que vagam tanto pelos clichês do carpe diem, viva o hoje, viva o presente, e etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única coisa que o tempo não consegue modificar é aquilo que já passou, aquilo que ficou guardado.  As lembranças não são mentiras, elas existem, e realmente aconteceram. Dizer que ama alguém hoje e não amar mais no futuro não é ser falso. É algo comum, que pode acontecer a qualquer um. Mudar de carreira, mudar de sonho, até mesmo mudar o estilo musical. Não é falta de personalidade nem falta de rumo. São opções que o tão citado tempo nos atribui de pouco em pouco. E o que nos resta, senão seguí-las?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/Sndpn0uP2EI/AAAAAAAAAXI/3Kxzo7IqMKA/s1600-h/DSC03963.JPG"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-7985996708295953148?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/7985996708295953148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=7985996708295953148' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7985996708295953148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7985996708295953148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2009/08/o-tempo-destroi-o-tempo-transforma.html' title='O tempo destrói, o tempo transforma'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/SndqDwWQ-GI/AAAAAAAAAXQ/OBYBKs4fPuQ/s72-c/DSC03963.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-6835260324653150144</id><published>2009-07-06T22:20:00.000-07:00</published><updated>2009-07-06T22:52:20.694-07:00</updated><title type='text'>Pijamas do fashion</title><content type='html'>Você penteia o cabelo para dormir? Coloca sua melhor camiseta e calça para passar o dia em casa sozinho? Coloca perfume, faz escova, chapinha, pinta as unhas, passa gel, e mais uma porção de coisas para ficar vendo TV sem ninguém? Se tiver respondido "não", e estiver incrédulo neste momento, provavelmente concordará com este post.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_5SCpkuW6bXQ/SKxoHePdHBI/AAAAAAAAB68/OedFlPh1vnc/s400/pijama2.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 302px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_5SCpkuW6bXQ/SKxoHePdHBI/AAAAAAAAB68/OedFlPh1vnc/s400/pijama2.bmp" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o mínimo de vaidade, qualquer pessoa é criticada, quando exposta à seguinte questão: "Você se preocupa com o que pensam?" Já é um clichê, uma obrigatoriedade das conversas, quando alguém começa a se arrumar demais, ou a perguntar "o que vão pensar? o que vão dizer?", e como sempre, todos sentem mal ao cair na realidade de que estão mais preocupadas com o mundo externo do que com si mesmas, e com o conforto de tal roupa, ou seja lá o que for.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A opinião alheia não é tão fútil como tachada por aí. Nem deve ser motivo de vergonha para quem se preocupa com ela. Tudo que fazemos neste mundo, é pensando no próximo, sendo egoísta ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem estuda medicina, quer ser médico não para cuidar de si mesmo, mas de uma &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;comunidade&lt;/span&gt;. E quer fazer isso bem, para ter uma boa imagem, para salvar mais vidas, ganhar mais dinheiro, ter uma boa vida, para que seus filhos e esposa também tenham tudo do melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, que faço jornalismo, quero desenvolver minha forma de escrita, meu raciocínio e meu conhecimento, para ampliar as formas de divulgar informação, e fazer com que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;outros&lt;/span&gt; consigam compreender melhor o mundo que os abriga. Com isso, ganharei nome e importância, dando maior credibilidade aos meus textos, chegando às mãos de mais pessoas, melhorando o fluxo da informação anteriormente citada. Não estudo pra escrever pra mim mesmo, de forma alguma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, quando nos arrumamos, OBVIAMENTE É PARA QUE OS OUTROS VEJAM E GOSTEM. Em um primeiro encontro, ficamos nervosos porque a primeira impressão está sendo escrita ali. Tudo  é baseado nessa opinião alheia, pois vivemos em conjunto e não sozinhos. Não há necessidade de viver na hipocrisia de que vivemos por auto-suficiência e dizer que nos bastamos, porque todos sabemos que não é assim, só falta sair do armário.(ui)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas me dêem licença, que vou arrumar o cabelo para dormir agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: O post veio de uma conversa com a &lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?origin=is&amp;amp;uid=18172062375031225602"&gt;Bárbara&lt;/a&gt;, em uma conversa de msn. Muito boa, por sinal. :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-6835260324653150144?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/6835260324653150144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=6835260324653150144' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/6835260324653150144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/6835260324653150144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2009/07/opiniao-alheia.html' title='Pijamas do fashion'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_5SCpkuW6bXQ/SKxoHePdHBI/AAAAAAAAB68/OedFlPh1vnc/s72-c/pijama2.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-6818425987178266917</id><published>2009-06-17T17:40:00.000-07:00</published><updated>2009-06-17T23:14:38.859-07:00</updated><title type='text'>As verdadeiras "sitcom"</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Big Bang Theory, How I met your mother, Friends&lt;/span&gt;, ou os brasileiros &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Grande Família, Os Normais, Sai de Baixo&lt;/span&gt;. O que eles têm em comum, além do rótulo de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sitcom"&gt;situation comedy&lt;/a&gt;? Risadinhas manipuladas. Naquela situação boba, pela qual você jamais riria...Vem o famoso "HA-HA-HA-HA-HA"(o "saco de risadas", como é conhecido) de fundo, e qualquer um mergulha no bom humor imediatamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://tvreviews.files.wordpress.com/2007/10/cast_limo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 351px; height: 366px;" src="http://tvreviews.files.wordpress.com/2007/10/cast_limo.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estes são os personagens principais da sitcom "How I Met your mother"(Como eu conheci a sua mãe). Apesar de engraçado, muitas vezes percebemos que nosso humor está sendo controlado pelos "sacos de risada", e não pela piada em si. A história gira em torno de fatos extraordinários e além de nossa imaginação, como relacionamentos, brigas entre casais, festas de amigos e amor. Sim, a nossa realidade. O cotidiano de todos nós(ou da maioria), sem nenhuma grande diferença ou efeito especial que assuste. A partir daqui, entra o meu ponto, que se relacionará muito com o post &lt;a href="http://timelesswinter.blogspot.com/2008/12/cinematografia-real.html"&gt;A Cinematografia Real.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Clausura pessoal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que não há muita necessidade em tirar toda a conotação das minhas palavras acima. Ironicamente, eu provoco: será mesmo que essas risadas são manipuladas e as piadas são bobas?&lt;br /&gt;Uma "técnica" usada muitas vezes, nesses seriados, é a do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reductio_ad_absurdum"&gt;Reductio ad absurdum&lt;/a&gt;, que é literalmente, reduzir alguma situação ao absurdo, de forma a mostrar a contradição nela vista. Nisto, uma simples piadinha boba pode nos deixar pensando algum tempo, sobre esse cotidiano que temos, sobre coisas que NÃO refletimos, ao declarar a obviedade, o tempo todo. Reduzir ao absurdo pra que nos toquemos do que realmente somos, e do que precisamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que todos vivemos no "automático", em boa parte do dia. Construímos algum tipo de personalidade, reações a certos "estímulos", e depois só reproduzimos a cena em diferentes ambientes.  Isso se torna tão rotineiro e igual, que acaba ficando sem graça. SEM GRAÇA.  Ao nos fechar nessa "sala", perdemos um grande sentido de tudo o que está a nossa volta, os momentos deixam de ter sentido, a graça de deixa de ser engraçada, a vida em si, passa de real, a filme. Como citado em "a cinematografia real", estamos deixando o fictício se tornar verdadeiro, e vice-versa. Ficamos chocados com os filmes, mas não nos chocamos com a realidade. Choramos com a morte de um personagem, mas não com a morte de um ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que entra em ação nos "sacos de risada" dos seriados é muito mais que uma manipulação. É um estímulo ao coletivo. Se todos estão rindo, sua sala pessoal vai se desmaterializando. Seu mundo de problemas sem solução, suas crises, suas preocupações, tudo fica em segundo plano. Depois de algum tempo, nem dá mais para perceber essa tal risadinha, e o telespectador acaba se abrindo ao humor de uma forma muito ampla, percebendo os detalhes. Por que limitar essa liberdade apenas à TV?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este mundo reproduzido nas piadinhas, esses personagens engraçadíssimos, eles existem. E COMO EXISTEM. Só nós é que não percebemos quão personagem somos, a cada novo momento de nossas vidas, com todos os humores, todos os papéis, todas as expressões, amores e ódios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles nos imitam, não o contrário.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-6818425987178266917?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/6818425987178266917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=6818425987178266917' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/6818425987178266917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/6818425987178266917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2009/06/as-verdadeiras-sitcom.html' title='As verdadeiras &quot;sitcom&quot;'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-5724224036556251040</id><published>2009-05-15T01:50:00.000-07:00</published><updated>2009-05-20T11:44:23.993-07:00</updated><title type='text'>As ideias, além de um diálogo</title><content type='html'>Algumas postagens atrás, e eu falava sobre o grande poder do diálogo, e sua importância na vida. Citei Clube da Luta e os 'single serve', relacionei o amor e a tendência da  falta de comunicação que vem crescendo cada vez mais, como podem ler &lt;a href="http://timelesswinter.blogspot.com/2008/11/muito-alm-do-single-serve.html"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, apresento uma forma "diferente" de analisar a situação. Partindo do princípio 'óbvio' de que o diálogo citado por mim reforçava o compartilhar, e o emocionar das falas, o impacto na vida alheia de maneira positiva, e até chocante...Mostro-lhes que com algumas experiências, descobri por mim mesmo(e não por conselhos ou livros, que sempre achei que por mais que digam a verdade, não se tornam verdadeiros até que sejam presenciados) mais formas de dividir qualquer conteúdo. E além disso, que o diálogo nem sempre é bem-vindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada melhor que um grande diálogo, de um famosíssimo "casal" dos cinemas para ilustrar o pensamento que virá a seguir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://avidaeaobra.files.wordpress.com/2007/12/pulp_fiction02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 265px; height: 227px;" src="http://avidaeaobra.files.wordpress.com/2007/12/pulp_fiction02.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sim, Pulp Fiction! O melhor filme, na minha opinião, do sujíssimo Quentin Tarantino. Pouco antes destes dois, Vincent Vega e Mia Wallace, estarem na cena apresentada(dançando muito bem haha), passaram por um diálogo interessante. Leiam trecho deste:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;M: - Não odeia isso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;V: - O quê?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;M: - Os silêncios que incomodam. Por que temos que falar de idiotices pra nos sentirmos bem?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;V: - Eu não sei, é uma boa pergunta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;M: - É assim que sabe que encontrou alguém especial. Quando pode calar a boca um minuto e sentir-se à vontade em silêncio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;V: - Ainda não chegamos lá, mas não se zangue, nos conhecemos agora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vejo como não concordar com cada palavra de Mia. De repente, conversar já não é algo tão fundamental que deva ser feito todo o tempo! O famoso "puxar assunto", é como forçar a outra pessoa a sentir interesse por você. Cumprir parte do "contrato social" de uma forma sem sentido e hipócrita. Entendo que como seres humanos, não estamos num filme em que todas as falas já estão prontas, precisamos de tempo para pensar nas coisas(TEMPO!). Não é fácil chegar nas palavras certas a se dizer, e muitas vezes as "idiotices" servem como ponte para tal, ou como sentença de vez, de que não haverá bom diálogo. Mas algumas pessoas fazem isso sempre, e não mudam. É "idiotice" em cima de "idiotice". Sim, nosso silêncio pode expressar tanto quanto uma boa conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em minha aula de teatro(ainda não falei nada dessas aulas aqui no blog, dedicarei algumas postagens ao assunto quando estiver afim :P), conheci um pouquinho de cada pessoa. E quase não há diálogos. Ao menos, não os "verdadeiros" nem forçados. A única coisa que vejo: pessoas participando de atividades diversas, muitas vezes até falando sozinhas, outras NEM FALANDO. Seus gestos, atitudes, criatividade e feitos acabam por construir uma imagem pessoal para cada um deles. Sem eu ter trocado palavra alguma com essas pessoas, as conheci, e de certa  forma gostei, muito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas se conhecem pela música também. Os gostos em comum convidam um grupo de amigos a ouvir música o dia todo, sem se preocupar com mais nada. E estão todos ali, curtindo. Sem conversa. Pra que estragar o momento? Até mesmo em uma partida de futebol, ou jogo de videogame, sei lá. Em todas essas situações, interagimos com essas pessoas sem trocar palavras(claro que ouviremos muitos palavrões e interjeições, mas isso não vem ao caso haha), e nos encontramos nelas. Eu nunca gostei muito de futebol, mas sempre percebi que os jogadores criam grandes laços de amizade, mesmo sem conversar muito. A partida une essas pessoas, e não a conversa. Isso pra qualquer coisa, em qualquer lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu achei que meu blog era a oposição da oposição, o que posso dizer após me "opor"(na verdade, só mostrar outro ponto de vista) a algo que já falei antes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A oposição da oposição da oposição?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz sentido!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-5724224036556251040?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/5724224036556251040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=5724224036556251040' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/5724224036556251040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/5724224036556251040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2009/05/as-ideias-alem-de-um-dialogo.html' title='As ideias, além de um diálogo'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-9064020305022171107</id><published>2009-05-09T02:36:00.000-07:00</published><updated>2009-05-09T03:08:22.560-07:00</updated><title type='text'>Dinheiro? Eu quero é tempo!</title><content type='html'>E ainda me pergunto quem foi o maluco que disse que um é igual ao outro. Leiam minha &lt;span style="font-style: italic;"&gt;mini-crônica/poesia/texto literário/não sei que nome dar a isso&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quinze minutinhos! O que são quinze minutinhos? E quatro deles? Uma horinha. Hora que pode parecer longa. Longa para quem assiste uma aula, para quem aguarda a meia noite do natal. Mas não é a mesma hora pra um casal conversar, nem a mesma pra jogar aquele novo game na locadora. Uma economia formidável de energia para o mundo, se desligada por uma horinha, curtos quartos de quinze minutinhos. Não se pode responder a uma prova de matemática em quinze minutinhos, mas e em um quarto de hora, será? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;       &lt;br /&gt;Contam-se os dias para o aniversário. De minutinhos, passam-se as horinhas de pequenos dias com vinte e quatro delas. Essa caminhada é longa, trezentos e sessenta e cinco dias. Que palavrão! Não é o que a Terra acha. Pedindo por mais quatro horas, alcançaria apenas um circuito completo. Ora bolas, se onze meses são quase doze, por que com dezessete não existe dezoito? E por que com dezoito, não sou mais dezessete? O dezoito acha que pode tudo. O dezessete, mente que pode.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;      &lt;br /&gt;Tempo ingrato, ingratidão servil. Cuja vida lhe dedico, pra que tanta clausura? Não amanhã, nem daqui uma semana. Quando eu quiser. Quando eu me permitir. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz Fernando&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-9064020305022171107?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/9064020305022171107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=9064020305022171107' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/9064020305022171107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/9064020305022171107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2009/05/opiniao.html' title='Dinheiro? Eu quero é tempo!'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-2013783605127943356</id><published>2009-04-28T03:28:00.000-07:00</published><updated>2009-04-28T03:52:52.438-07:00</updated><title type='text'>Controvérsia</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Os feios aprendem que beleza não é tudo, e que o conhecimento e a inteligência nos levam a um ser muito mais "amplo" que o atrativo visual, o  belo. Já os bonitos, aprendem que esse monte de livros e coisas são pra disfarçar um mundo chato e sem graça, em que a falta de aceitação da sociedade empurra outros modos de passar o tempo de vida restante." &lt;/span&gt;É claro que esta minha introdução é generalizada.&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Assim sempre funcionaram as coisas. E assim vieram ditados bobos como "não existe mulher inteligente e bonita", e a mesma coisa pra homem. Mas eu sempre pensei:Os ditos "feios", julgam que a inteligência é superior ao estético, porque é algo que você adquiriu, possuiu com o tempo, e não simplesmente teve a "sorte de nascer bonito". Certas vezes penso diferente disso. A mesma sorte que um indivíduo tem pra nascer bonito, é a sorte que ele vai ter de nascer mais inteligente. Pra mim, isso de esforço vale muito, mas compete ao indivíduo saber o seu limite, e cada um tem o seu. Ou seja, chegando num dado limite, a pessoa não sai daquilo. Do contrário, qualquer esforçado seria o melhor do mundo em algo, e sabemos que não é bem assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas pessoas nascem com talento, outras com dom. Alguns, já possuem muita afinidade com a leitura e com o estudo, outros detestam. Eu acredito que isso não seja apenas hábito, mas algo inato. Já conheci gente que veio de escola pública, com exemplos ruins na família, e que é apaixonado por ler. Mas apaixonado mesmo, dos que não sai no final de semana com os amigos para ficar estudando. Eu me pergunto: isso é esforço? Ou é do indivíduo, a grande vontade de conhecer coisas novas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem falar que conheço muitas pessoas que odeiam estudar, nem lêem muito, mas normalmente se dão bem na vida, têm facilidade, e chegam em lugares que os "esforçados" muitas vezes não chegam. E tenho exemplos disso também, nada do que estou falando é vago.  Já tive colegas em recuperação que pagaram até professor particular e estudaram horrores pra passar. Enquanto isso, outros que passavam o final de semana jogando video-game, nem de recuperação ficavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega num ponto em que não se pode dizer que a inteligência/competência do indivíduo é superior a uma beleza vinda da "sorte da natureza". Mas ambos. Eu não gosto muito de ler, pra ser sincero. Meu conhecimento, tirei de filmes, da música e de aulas que assisto. Já li muitas revistas de jogos, como a EGM e a Nintendo World, e só. Pra pegar um livro, só com muito interesse mesmo, ou para a faculdade. E mesmo assim, passei sem problemas pelo ensino médio e agora curso jornalismo. Isto, sem grandes feitos. Sem citar exemplos de alguns por aí que fazem de tudo sem estudo, destes que sabem matemática e física de cabo a rabo sem nem tocar em livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorte?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-2013783605127943356?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/2013783605127943356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=2013783605127943356' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/2013783605127943356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/2013783605127943356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2009/04/controversia.html' title='Controvérsia'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-1479355695520356973</id><published>2009-04-26T22:31:00.000-07:00</published><updated>2009-04-26T22:42:56.301-07:00</updated><title type='text'>A maturidade de um imaturo</title><content type='html'>Como todo título recente dos posts, mais uma confusão vem a seguir. Talvez não tão confusa quanto a anterior, mas para pensar como todas.&lt;br /&gt;Adiantando, o que vou falar é sobre mim, e o "imaturo" do título sou eu. Após algumas sessões de saudosismo (reforçada por fotos e vídeos), relembrando as amizades do colegial(do jeito que eu digo, até parece que isso aconteceu há muito tempo, né? haha), senti uma coisa totalmente contrária do que pensei que seria quando chegasse na faculdade: saudade. Mas como é possível? Eu, que aguardava fervorosamente pelo jornalismo, pelos amigos maduros, pelo diálogo de conteúdo e por matérias interessantes, com saudades de uma época de bagunça, da farra e de "fazer nada"? Indubitavelmente, sim.&lt;br /&gt;É como estar preso em um corredor, e uma porta de cada lado: passado e presente. Eu não vivenciava aquilo que sempre quis, mas ria muito, mais ria do que sentia falta de "maturidade" em mim mesmo. Já a faculdade é de uma chatice tremenda, e a cada dia perco mais o gosto pela "vida madura". E não, não é o curso. As aulas são ótimas, tanto quanto a profissão que virei a seguir. O que me inquieta são as pessoas, que de início, eu só avaliei que não estivesse habituado, ou que elas simplesmente fossem realmente chatas. Mas não são, eu é que estou diferente. De forma madura, assumo a imaturidade pra estas amizades e este ambiente. Se esta situação passará por mudanças com um amadurecimento, eu não sei. Talvez eu estivesse certo quanto à chatice. Talvez não. Mas uma coisa é certa: estou morrendo de vontade de fazer um churrasco falando asneira, com um bando de malucos que não são cultos nem querem resgatar alicerces filosóficos ou discutir música brasileira. Só não sei se este "regresso" é positivo, ou uma falta de perspectiva no futuro, e na evolução que passarei nos próximos meses, e anos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-1479355695520356973?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/1479355695520356973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=1479355695520356973' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/1479355695520356973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/1479355695520356973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2009/04/maturidade-de-um-imaturo.html' title='A maturidade de um imaturo'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-7708426523513776815</id><published>2009-03-27T00:54:00.000-07:00</published><updated>2009-03-27T01:04:40.336-07:00</updated><title type='text'>De volta ao Ônibus</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A&lt;/span&gt;pós algum tempo sem nem pensar em nada do meu livro, decidi voltar à ativa, e nessa madrugada terminei de escrever a história em si, num grande resumo. Para quem não sabe que livro é esse, ou do que se trata, confira &lt;a href="http://timelesswinter.blogspot.com/2008/11/introduo-de-uma-tentativa-de-livro.html"&gt;ESTE POST&lt;/a&gt; que fiz ano passado. Alguns destaques:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ela não começará mais na casa de Murilo, mas sim dentro do ônibus.&lt;br /&gt;- Algo revelador sobre seu pai será exposto através de alguns diálogos dentro desse ônibus.&lt;br /&gt;- Murilo falará com todo tipo de pessoa, passando por uma garota fútil, um homem de negócios, uma idosa reclusa e até mesmo uma criança. Ah, e ele não será mais uma criança, e sim um pré adolescente um pouco mais maduro.&lt;br /&gt;- O psicológico vai prevalecer o físico. A maioria dos personagens reflete, na verdade, um pensamento de Murilo através de sua viagem, que não será curta.&lt;br /&gt;- Toda a história vai se passar em 30 minutos do tempo "real", mas uma situação tirará o relógio de cena.&lt;br /&gt;- Somente Murilo perde a percepção do tempo, enquanto os outros passageiros estão com "pressa", e "descerão no próximo ponto", ou "em breve".&lt;br /&gt;- Haverá outro personagem fundamental para a mudança de Murilo, ao final da história, que se mostrará além de quem é.&lt;br /&gt;- Muito do que eu já postei nesse blog fará parte de alguns diálogos, e algumas citações vêm diretamente de filmes que comentei aqui, ou músicas que ouço.&lt;br /&gt;- Sim, tenho grande afinidade pessoal com as características do personagens, mas o desenrolar da história é totalmente diferente da minha percepção. Lembrando que é apenas uma história, e não uma auto-biografia. :p&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, conforme escrever mais, deixarei mais alguns comentários aqui, por enquanto é o suficiente. :D&lt;br /&gt;Até a próxima postagem!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-7708426523513776815?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/7708426523513776815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=7708426523513776815' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7708426523513776815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7708426523513776815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2009/03/de-volta-ao-onibus.html' title='De volta ao Ônibus'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-3041479108768599110</id><published>2009-03-21T00:23:00.000-07:00</published><updated>2009-03-21T00:37:17.232-07:00</updated><title type='text'>Segregação.</title><content type='html'>É simples, serei curto e grosso. Talvez não tanto, mas tentarei resumir esse post o máximo possível, porque o assunto é longo e polêmico.&lt;br /&gt;As pessoas não conseguem conviver umas com as outras em grupo. A humanidade tende a se isolar, cada vez mais. Se é culpa da tecnologia, eu não sei, mas é algo que está nos afastando dia após dia de nossa própria essência. E como cheguei à esse pensamento? Do nada é que não foi. Explico!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ensino fundamental, eu achava que as pessoas eram afastadas umas das outras, e um motivo me vinha em mente: somos todos crianças, não temos muito em comum, cada um tem uma criação. Quando estivermos no colegial, estaremos mais unidos por alguma coisa! O tempo passou, e cheguei no colegial. O que eu achei que fosse aproximar, distanciou todos. Começaram os namoros, os ciúmes, as brigas idiotas, os gostos musicais(que separam sim, não tanto pelo lado ruim mas sim pelo lado bom...Por criarem afinidade entre as pessoas), etc. Neste momento, estamos partindo do terceiro colegial, rumo à faculdade, e pensamos: É AGORA! Serão pessoas exatamente como eu,  teremos os mesmos assuntos e vou achar os amigos perfeitos lá. E não Engaaaano! E não digo que não fiz amizade nenhuma, criei bons laços desde o primeiro dia de aula. Mas afirmo que não é como eu imaginava...Que só por ter pontos em comum com alguém, isso me faz amigo dela, ou alguém próximo. Alguns são tão perdidos quanto os que eu conversava no colegial, que nem sabiam o que fazer depois do ensino médio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada fase de nossa vida, me parece que o individual toma parte do coletivo, ou seja, temos um desejo intelectual cada vez maior de se tornar o melhor, de nos afastar dos outros e de criar nosso próprio espaço e identidade. Não que isso seja ruim, mas acabamos nos isolando do restante...E criando aqui um paralelo com o post anterior, adquirimos uma certa arrogância, que ao ignorar a opinião alheia, se torna desnecessária e decadente. O individualismo nem sempre traz bons resultados, e a prova disso é a forma egoísta na qual estamos todos vivendo nos dias de hoje. A dosagem nunca é certa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-3041479108768599110?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/3041479108768599110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=3041479108768599110' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/3041479108768599110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/3041479108768599110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2009/03/segregacao.html' title='Segregação.'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-2158286167610423900</id><published>2009-03-16T22:53:00.000-07:00</published><updated>2009-03-17T02:20:49.166-07:00</updated><title type='text'>O desconforto intelectual</title><content type='html'>Os títulos de minhas postagens estão cada vez mais estranhos. Talvez isso tenha alguma influência das aulas de cultura da faculdade, que apesar de não serem grande coisa, servem de referência, conheci um monte de livros e pessoas importantes através dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que arrogância enche o saco, pedantismo é inaceitável e "se achar" é coisa de gente que deve ser evitada. Normalmente, notamos de cara se alguém possui essa característica ou não, e isto acaba nos afastando, na maioria das vezes. Em rodinhas, é comum ouvir alguém dizer "não gosto de tal pessoa, ela se acha!", como ontem mesmo eu ouvi no intervalo do curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um cara arrogante é o que não aceita a opinião alheia, o "possuidor da verdade", o bonzão. Segundo um jornalista cujo nome não me recordo agora, é uma característica individual que deve ser explorada até um limite. Um indivíduo com auto-confiança tem mais chances de ser dar bem no mercado de trabalho do que um "humilde" que se reprime o tempo todo. Expor suas idéias e afirmá-las é uma forma de se impor, convencer os outros. Obviamente que rejeitar tudo, certa hora, é a maior burrice, mas são casos e casos. &lt;a href="http://www.avt.com.br/"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:white;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;u&gt;Não confundam arrogância com coragem,        ousadia, liderança ou segurança.&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas se consideram "humildes" só para evitar olhares e inimizades, mas no fundo querem ter a razão, querem ficar por cima. Não tem nada pior do que essa falsa modéstia, que bloqueia grandes idéias e nos afasta do que realmente somos. Alguém que não reconhece as qualidades próprias merece elogios de quem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até onde deveríamos levar essa humildade? Em que ponto entra o que realmente sabemos? É um saco esconder coisas que sabemos simplesmente pra não ser tachado de arrogante pelo restante. São dois pontos que jamais devem ser alcançados: "se achar demais" e "se achar de menos". Nenhum é produtivo, e se percebido numa conversa, é irritante.&lt;br /&gt;Não se reprimam, não escondam o que conhecem, palpitem, falem! Conhecimento nunca é demais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-2158286167610423900?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/2158286167610423900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=2158286167610423900' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/2158286167610423900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/2158286167610423900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2009/03/o-desconforto-intelectual.html' title='O desconforto intelectual'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-7356110039822772551</id><published>2009-03-06T10:48:00.000-08:00</published><updated>2010-02-26T01:05:49.281-08:00</updated><title type='text'>A felicidade se contradiz</title><content type='html'>Ouvindo a música "Zazulejo" do Teatro Mágico(recomendação de uma colega de faculdade, a Bia), ouvi a seguinte frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Acredito que errado é aquele que fala correto e não vive o que diz.&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raciocinemos. Todos nós procuramos atingir a felicidade. Os poetas, os músicos, os filósofos, e qualquer religião  também, de certa forma concordam que nosso maior objetivo é ser feliz, de alguma forma, seja lá qual for. Quanto mais inteligente, mais complexo, e por vezes, mais difícil de atingir essa felicidade. Alguns defendem que a mesma só é encontrada no amor, ao mesmo tempo que paralelamente estabelece uma espécie de dualidade do amor e dos sentimentos. Amar é ser feliz?  A música, em todo o lugar, enfim, a felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os ditos "ignorantes, sem estudo, sem conhecimento algum da vida", são as pessoas mais felizes. Talvez por não conhecerem o mundo mesmo, mas o que importa é que são felizes. Segundo nossos grandes intelectuais, o grande objetivo da vida é se tornar inteligente ou ser feliz? E os que não sabem disso, a tem. Seriam então, os ignorantes os grandes sábios? Ou estão errados os que dizem que felicidade é a única coisa que devemos buscar?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-7356110039822772551?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/7356110039822772551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=7356110039822772551' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7356110039822772551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7356110039822772551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2009/03/um-pouco-de-pensamento.html' title='A felicidade se contradiz'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-8583657485133626791</id><published>2009-02-09T22:08:00.000-08:00</published><updated>2009-02-09T22:29:40.227-08:00</updated><title type='text'>A "erudição" nos tempos modernos - Artigo de luxo</title><content type='html'>Post da madrugada! :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como citado no último texto, estou na faculdade! Algumas novidades e discussões serão abordadas aqui com o tempo, conforme for interessante, e couber ao tema presente.&lt;br /&gt;Aproveitando o embalo da primeira aula não introdutória(tava de saco cheio já dos "vamos conhecer um pouquinho tal coisa"),  tivemos o primeiro "debate", que apesar de desorganizado, foi o que me despertou este título.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://obufao.files.wordpress.com/2007/12/midia-em-debate-011.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 466px; height: 224px;" src="http://obufao.files.wordpress.com/2007/12/midia-em-debate-011.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa iniciação em "cultura e arte", o primeiro conceito anotado foi: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;não existe conceito para cultura&lt;/span&gt;. Ela se encontra sob diversas formas, em diferentes aspectos. Dadas as cartas do jogo, iniciou-se uma discussão sobre a "cultura" do brasileiro. E vieram os jargões, as ladainhas de sempre. Culpa da mídia, culpa da tv, culpa do créu(eu mesmo citei essa hahahaha), culpa do Lula, culpa de Deus e seja lá o que for. O curioso é que as pessoas tentam parecer mais inteligentes do que são, usam e abusam do vocabulário exagerado, ora beirando a prolixidade, citam questões irrelevantes, e até mesmo se exaltam, levantando da cadeira e falando alto. Nada mais comum, o destaque sempre foi o maior objetivo de um profissional, de qualquer área, ainda mais na comunicação. Essa grande quantidade de informações adquirida pelo indivíduo acabe trazendo a ele um certo benefício que o diferencia dos demais. O problema é que alguns acabam acreditando que ele realmente é algo para gritar, para mostrar. É realmente gratificante entender as coisas, saber. Caso contrário, não estudaríamos. Mas insistir no que já é sabido, adentrar o óbvio, é o que traz ao "argumentador" o artigo de luxo. É como um objeto que ele possui, e mostra para todos. Acha que ler tal autor o fará muito melhor. Ver tal tipo de filme o trará maior credibilidade ou, talvez, inveja alheia. Que tipo de inteligência é essa, que compete sem usar a si própria? É ser inteligente sendo burro, praticar uma habilidade de forma errada. O intelectual está perdendo seu real sentido. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Querem ser brilhantes? Comecem abandonando a ignorância!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei ser o mais direto possível, e por essa razão, o post minúsculo. Até a próxima! :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-8583657485133626791?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/8583657485133626791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=8583657485133626791' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/8583657485133626791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/8583657485133626791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2009/02/erudicao-nos-tempos-modernos-artigo-de.html' title='A &quot;erudição&quot; nos tempos modernos - Artigo de luxo'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-2678863950418392502</id><published>2009-02-05T19:15:00.000-08:00</published><updated>2009-02-05T19:49:33.020-08:00</updated><title type='text'>E finalmente, a ausência de ambos.</title><content type='html'>Com um grande hiato que anunciava o fechamento do meu blog(ou quase), trago meus posts diários novamente à tona, e espero que desta vez, não falte tema.&lt;br /&gt;Não sei se é de alguma importância saber de quem escreve, ou de sua vida, mas estou fazendo jornalismo na &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Universidade de Sorocaba&lt;/span&gt;, e gostando. Não tivemos aulas mesmo, apenas introduções às disciplinas, que serviram pra confirmar que é a carreira que pretendo seguir mesmo. Enfim, retomarei o assunto anterior, inacabado, 'a ausência de ambos'. Perdido? Leia &lt;a href="http://timelesswinter.blogspot.com/2008/12/baguna.html"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto a postagem anterior se referia ao desrespeito e falta de consideração com o próximo, está tratará do indivíduo por ele só.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Recapitulando!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"(...)o limite entre a diversão e a falta de respeito, e a outra face da moeda(que talvez nem seja tão oposta assim), que é a ausência de ambos, que será apresentada no próximo post."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ditos "nerds", seres cujo único alimento provém dos livros,  montanhas de informação acumulada em pouco tempo de vida, famosos por características únicas, normalmente esteriotipadas da seguinte forma: anti-sociais, feios, desajeitados, etc. Acabam por transformar aquilo que todos detestam em entretenimento, e vice-versa. Uma ida ao parque pode se tornar um inferno, um relacionamento então?! Mas passar à noite decorando fórmulas e postulados, não. E antes que me apedrejem e digam que "nerds não são isso", e venham com papos chatos, já deixo claro que sim, estou me referindo àquele garoto que está sentado lá na frente da sua sala, que não fala com ninguém e nem gosta disso. Se você se considera nerd por jogar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;yu gi oh&lt;/span&gt;, ver &lt;span style="font-style: italic;"&gt;mangá&lt;/span&gt;, ouvir  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;heavy metal&lt;/span&gt; ou qualquer coisa assim, este post não se refere à sua pessoa.&lt;br /&gt;Como dizem os americanos, "i know it sucks, but...", os esteriótipos estão aí, querendo ou não. É como nos gêneros musicais, muitas vezes acabam atrapalhando, mas não dá pra nao rotulá-los, a não ser que você  goste de "se enganar" e comprar um sertanejo no lugar do seu rock, e por aí vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Desrespeito ou forma de vida?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não é difícil notar que a realidade de alguns destes indivíduos é um pouco...Solitária. Sem muitos amigos, sem festas, e outros recursos que um adolescente precisa pra se desenvolver. Este futuro profissional  acabará atuando em áreas da pesquisa, do desenvolvimento singular de algum projeto, e afins. Mas eu me pergunto: será mesmo que alguém é capaz de amadurecer sem estas bases? E não falo de alicerces acadêmicos, nem de títulos. Mas de uma boa amizade, ou quem sabe um diálogo contínuo com alguém. Todos precisamos disso.  Nesse ponto entra o "desrespeito" a si próprio. Envolver-se à exaustão com o estudo, é prejudicar o próprio crescimento? Garotos de 13 anos agora passam em universidades federais. Outros, com 9 anos, já escrevem livros. A que ponto estamos?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-2678863950418392502?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/2678863950418392502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=2678863950418392502' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/2678863950418392502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/2678863950418392502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2009/02/e-finalmente-ausencia-de-ambos.html' title='E finalmente, a ausência de ambos.'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-7910979575222295505</id><published>2008-12-25T18:00:00.000-08:00</published><updated>2010-08-24T19:34:19.788-07:00</updated><title type='text'>Felicidade na bagagem?</title><content type='html'>Post de 25 de dezembro! Feliz natal? :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É(foi) natal. Momento de alegria suprema, em que todos os familiares se reúnem, rezam, comem, trocam presentes, contam piadas, celebram o nascimento do "menino Jesus" e fazem aqueeela festa, que dá o maior de trabalho de limpar no dia seguinte.&lt;br /&gt;O meu natal não foi muito legal. Prefiro não explicar com detalhes, basta dizer que boa parte dele eu passei no MSN. Surge aquele pensamento: "mas que nerd! Numa data como essas, no MSN?". Logo após este..."Ao invés de eu estar comemorando, eu estou no orkut! O que está acontecendo comigo?" Um sentimento de remorso me invadiu por meio segundo, até que eu me desse por conta da tolice cometida por ele. Desenvolverei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Feliz aniversário!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Além do natal, o aniversário é também outra data condicionada à felicidade. Você acorda, e grita: É HOOOOOOOOJE! Sai pulando, toma banho, se arruma super bem, faz festão, convida os amigos, batem os mesmos papos, e quando acaba o assunto você diz: "ânimo, gente, porque hoje é meu aniversário!", como se todos fossem obrigados a se sentirem tão felizes quanto você por fazer mais 365 dias que sua existência marca um rg no mundo. O mesmo pensamento do natal surge na cabeça de alguns..."Hoje é meu aniversário, e eu tô jogando videogame...Que perda de tempo!", ou então "Eu não deveria ter feito uma festa enorme?" e tantas outras. Completamente normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Terminei a escola, po*********!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Outro evento de felicidade &lt;span style="font-style: italic;"&gt;pré-determinada por datas.&lt;/span&gt; Em nossa formatura, estamos todos condenados a sentar, ouvir alguns discursos falsos, outros nem tanto, lágrimas das mamães e confete pra todo lado. Parece ruim, lendo nesse ponto de vista, mas pensem. A formatura só está simbolizando tudo o que já aconteceu. Você já chorou, já comemorou, já gritou. Aquilo é apenas uma repetição de tudo o que aconteceu o ano todo, com todos melhor arrumados, com mais gel no cabelo, e (se é que isso é possível) mais maquiagem nas menininhas. Se você não está animadão, aguente 439873498473 pessoas dizerem: "Que cara é essa, meu...É sua formatura!". Mais uma vez, nos vemos obrigados a abraçar a felicidade como se ela fosse bem vinda a todo momento. Repito, felicidade condicionada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, eu poderia abrir mais uma tonelada de exemplos que mostram, que muitas vezes, o nosso padrão de vida acaba criando datas nas quais nós devemos ser mais felizes que as outras, mesmo que o momento não propicie o sentimento. Felicidade que deveria se dividir ao longo do ano, acaba sendo contida em apenas um dia, apenas algumas horas. E no dia seguinte, ela se vai, e a rotina vem à tona novamente. Encerro o post com uma conversa que tive com o Rodrigues(um amigo virtual) em meu aniversário do ano passado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Contexto: todos me desejando feliz aniversário no orkut, e vem ele:]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rodrigues:&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Parabéns o caralho, vai tomar no c** AHAHAHAHA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Falando sério agora, tenta entrar nesse domingo, de noite mesmo, pra eu pegar a música. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Luiz&lt;/span&gt;(bem depois, no msn): &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Caramba, Rodrigues. Todo mundo me desejando feliz aniversário, e você, além de não fazê-lo, ainda vem pedir isso de música?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Damien&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;: Pelo menos eu converso com você pelo resto do ano, esses aí que te deserajam feliz aniversário, provavelmente mal te conhecem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai dizer que não faz sentido?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-7910979575222295505?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/7910979575222295505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=7910979575222295505' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7910979575222295505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7910979575222295505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2008/12/felicidade-na-bagagem.html' title='Felicidade na bagagem?'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-5099505443780807437</id><published>2008-12-19T12:59:00.000-08:00</published><updated>2008-12-19T13:35:00.429-08:00</updated><title type='text'>Bagunça</title><content type='html'>&lt;h1 class="entry-title"&gt;Estudantes de medicina causam tumulto em pronto-socorro no Paraná&lt;/h1&gt;Foi o que ouvi, em alto e bom som, todos os telejornais noticiarem enquanto eu estava viajando, há alguns dias. Já não sei mais o que isso traz de pior: o fato deles estudarem &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;medicina&lt;/span&gt;(que, teoricamente, faz com que seus alunos precisem de muita inteligência e conhecimento, reforçados ainda mais às vésperas de uma formatura), os possíveis incovenientes a todos os que lutavam pela cura naquele hospital, a comemoração idiota, ou a notícia que veio a seguir: "Estudantes de medicina causaram tumulto no PR se formam nesta sexta", apesar desta não ser novidade em nosso magnífico país de justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É com tal notícia que gostaria de introduzir mais uma opinião neste blog, que sempre carreguei comigo, em dois temas diferentes: o limite entre a diversão e a falta de respeito, e a outra face da moeda(que talvez nem seja tão oposta assim), que é a ausência de ambos, que será apresentada no próximo post.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sem pensar!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Finalizei meus estudos no ensino médio há alguns dias, e como já citei em posts anteriores, terei boas memórias de toda vida escolar pelo resto de minha vida. Foram momentos dos mais diversos, desde madrugadas estudando física a destruições com um passo pro vandalismo(hahaha, quase) em sala de aula. Chegamos atrasados. Discutimos com professores, com alunos, batemos uns nos outros. O ser humano é civilizado em teoria, porque no convívio íntimo, acaba revelando tudo aquilo que nega: a violência, a ignorância, as atitudes dissimuladas, o desespero e a mentira. Talvez isso realmente faça parte de nossa formação, o famoso "errar para aprender", mas não entremos em questões profundas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Por muitas vezes, fiz besteiras que, minutos depois do ocorrido, batia aquele arrependimento, vontade de ter evitar o constrangimento, a consequência, a falta de tato com as pessoas. Cansei de ouvir sermões de minha diretora, bem como meus colegas de "bagunça". Atitudes como essa, não me impediram de ter uma boa formação, inclusive aprendendo coisas que os outros não obtiveram apenas em sala de aula. Não estou incentivando ninguém a ser irregular, a sair dos eixos. Apenas acredito que devemos fazer tudo aquilo que queremos, MAS COM UM CERTO LIMITE. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se algo me irritava nos tais colegas da bagunça, era o fato da mesma ser estendida a qualquer um que passasse pela frente. Na visão deles, era motivo de riso humilhar o "nerd", o quieto, o feio e o que por ventura possuísse qualquer defeito(repetindo, na visão DELES). Isso em casos menores, para não mencionar o momento em que realmente chegaram a praticar vandalismo e foram punidos quase que imediatamente pela escola. Não me considero nenhum santo, mas sempre apliquei isso em minha vida: brincar com quem gosta de brincar, fazer tudo aquilo que, se lhe for devolvido, será suportado. Essa é a "bagunça" saudável, a que possui limites. Quebrou alguma coisa? Pague. Tirou sarro de um colega? Receba o mesmo e dê risada. A graça de tudo isso é que no final, deveríamos estar todos felizes. Mas já ouviram falar em bullying?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o pior, é que alguns ainda não tinham consciência do que diziam. Zoar um "nerd" por ele ser estudioso é o cúmulo da ignorância, e pra mim alguém que o faz não possui valor algum. Acredito, que de certa forma, estes são privilegiados por sua grande vontade de obter maior conhecimento sobre as coisas. Só vejo um (grande) defeito nesses indivíduos, mas este se encaixa em "ausência de ambos", o segundo tema.  Serão os "nerds" tão criticados que construirão nosso próximo computador, curarão a pior doença, e como diria Bill Gates, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pagarão o nosso salário&lt;/span&gt;. Isso, em questão de apenas uma das "tribos", referindo-me apenas ao que eu via numa sala de 30 alunos. Se formos levar tais considerações a mais escolas, e quem sabe, no círculo social dos jovens em geral,  o preconceito dominaria o assunto. E um preconceito burro(pleonasmo?).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1 style="font-weight: normal;" class="entry-title"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-5099505443780807437?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/5099505443780807437/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=5099505443780807437' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/5099505443780807437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/5099505443780807437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2008/12/baguna.html' title='Bagunça'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-2771484222248668407</id><published>2008-12-19T12:08:00.000-08:00</published><updated>2008-12-26T14:23:50.517-08:00</updated><title type='text'>Redação da Cásper Líbero - Internet</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Este foi o último rascunho antes da versão definitiva da minha redação para o vestibular &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cásper Líbero 2009.&lt;/span&gt; Várias frases foram alteradas, e algumas palavras que não se encaixavam também, mas basicamente escrevi o que lerão a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evolução ou involução?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MSN, Orkut, Myspace e Blog. Termos oriundos de uma era tecnológica diversificada e constantemente renovada, têm invadido o vocabulário e a mentalidade desta geração. A internet, maior ferramenta de comunicação do século XXI, acaba fornecendo a seus usuários duas faces de uma mesma moeda.&lt;br /&gt;Já não é mais uma utopia afirmar que praticamente todos nós podemos ter acesso a um computador com rede banda larga. O acelerado fluxo de informação somado à globalização que se alastra por todos os cantos do planeta nos trouxe um verdadeiro labirinto de conteúdos, verdadeiros ou não. Alertam os professores e especialistas que a internet não deve ser tida como um alicerce, mas uma ferramenta de auxílio, sem excluir, de forma alguma, a importância dos jornais, revistas, etc.&lt;br /&gt;Ao entrar nessa grande biblioteca, opção é o que não falta. Existe uma vasta gama de sites para quem deseja se manter informado, podendo assim, beber de diversas fontes, estabelecendo comparações e tirando conclusões próprias acerca de tudo aquilo que foi lido, em visões diferentes. Afirma o americano David Weinberg: A era digital está quebrando a noção do conhecimento monopolizado pelos especialistas. Os internautas afirmam que a rede é um canal livre para fazer tudo: expor opiniões como bem quiser, debater sobre os mais diversos assuntos, divertir-se sem gastar ou sair de casa, conhecer pessoas. Por meio de fóruns, pode-se encontrar a utopia do livre arbítrio, tendo sua opinião lida sem medo da repressão, sob qualquer forma.&lt;br /&gt;Entrementes,temos os que acreditam que a mesma rede serve apenas para minimizar mais ainda os anseios do jovem pela pesquisa, pelo esforço em se obter uma informação, reduzindo seu espaço a um único cômodo, conversando com pessoas na mesma situação.&lt;br /&gt;Mark Bauerlein, professor americano e autor do livro "The Dumbest Generation"(a geração mais burra), acredita que em seu casulo tecnológico, o internauta acaba sendo privado de uma realidade fundamental, como se o mundo todo não existisse para quem está ali sentado em frente ao monitor. Perdido num círculo sem evoluções ou mudanças, este tende a desligar-se de tudo cada vez mais.&lt;br /&gt;As opiniões são as mais diversas, mas a conclusão é a mesma: como toda ferramenta de auxílio, a internet possui grandes vantagens e desvantagens, devendo ser analisadas de forma a não prejudicar quem a utiliza, mas sim ampliar suas possibilidades de fonte, por fim alcançando maior conhecimento. É algo que pode abrir milhares de portas em um click, e fechá-las sem volta com outro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-2771484222248668407?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/2771484222248668407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=2771484222248668407' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/2771484222248668407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/2771484222248668407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2008/12/redao-da-csper-lbero-internet.html' title='Redação da Cásper Líbero - Internet'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-5911060868401662376</id><published>2008-12-06T08:42:00.000-08:00</published><updated>2009-05-23T13:11:01.631-07:00</updated><title type='text'>A cinematografia real</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;P&lt;/span&gt;or diversas vezes já assistimos filmes, comparando-os ao que acontece em nossas vidas. Seja em uma situação engraçada, num desastre inesperado, numa esdrúxula cantada , e obviamente, nas nuances do amor. O que marca nossas vidas, pode ser observado em todos os lugares, como se o nosso cérebro deixasse referências a tudo aquilo que nos é importante. Essa ferramenta, como quase tudo na vida, oscila entre sensações agradáveis de saudosismo, perseverança e determinação, a vultos de depressão, lembranças que deveriam desaparecer, tragédias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_rNMFONLIjqs/SATglFMEw7I/AAAAAAAAABE/HCh3aUnvrgI/s400/lembran%C3%A7as.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 321px; height: 400px;" src="http://bp2.blogger.com/_rNMFONLIjqs/SATglFMEw7I/AAAAAAAAABE/HCh3aUnvrgI/s400/lembran%C3%A7as.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Lembranças sempre foram um recurso um tanto explorado no cinema, seja de forma simples, no caso de filmes com forte apelo emocional/saudosista, seja como fator histórico, ou mesmo a ficção científica, as famosas "voltas pelo tempo", e uma imensidão de coisas que só se limita à nossa imaginação pra lá de fértil. Mas o que eu não sabia, até pouco tempo atrás, é que não são só os filmes que se inspiram na vida real, ou que são influenciados pela mesma. Algumas pessoas encaram um cinema apenas como lugar para privacidade(usando a mesma da forma como preferir hahaha), ou um ponto de encontro, talvez um passatempo.  Como já citei em um post, não sou nenhum cinéfilo, não entendo muito da história do cinema, menos ainda sei de nomes e da vida das personalidades do meio em questão. Porém, constantemente vejo minhas ações sendo influenciadas por frases, ao menos no que diz respeito à forma de pensar, vistas em cenas fortes, talvez com um propósito que vai além do próprio entretenimento. Não diria que são lições de vida, ou uma epifania de Clarice Lispector, mas boas mudanças, com certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tênue limite que distingue certas situações reais das filmadas com um diretor e atores em cena, às vezes me faz pensar que realmente vivemos num grande filme. Aliás, como alguns amigos meus já estão cansados de ouvir de mim, é assim que eu encaro as coisas: uma fantasia. Seria inocente dizer que é isso é uma teoria minha ou um pensamento pra lá de inteligente, pois não é. Apenas algo que escolhi para refletir certas coisas; As pessoas ao meu redor são como personagens contratados por mim, de personalidade a definir. Por ora, suas ações são influenciáveis, mas de tempo em tempo, eu mesmo acabo me vendo preso a esses personagens, com um presente inacabado e sem perspectiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O enredo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por mais que você não queira, ou nem  saiba que ele existe, toda uma história deve estar aqui, escrita por todos nós. Acredite ou não, nós é que fazemos tudo acontecer ou não. Sempre fui um pouco ausente de crenças e religiões, me apegando somente ao que considero certo e errado, e me baseando nisso para seguir nos caminhos escolhidos pelo resultado de tudo que conheço. Pode parecer um pouco prepotente, mas não sou ateu, nem me considero acima de ninguém. Simplesmente prefiro deixar a culpa para quem merece ser culpado. É muito simples deixar seus agradecimentos aos deuses e suas tragédias aos demônios. Tudo seria bem mais fácil se assim o fosse. Eu poderia estar atribuindo a culpa de meu blog ainda não ser famoso a qualquer nome, isso não mudaria o fato de que ela pertence a mim, ou (talvez!) ao pouco tempo de existência do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Momentos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Um passeio com os amigos, um momento com a namorada, ou até mesmo uma desgraça que abalou muito. É óbvio que os filmes também retratam isso, pois é da vida que eles falam. Se houvesse outro "plano" pra se basearem, eu não teria motivo nenhum pra iniciar o post. Mas já notou que em algumas ocasiões, você tem até a impressão de que "decorou" suas falas? É o famoso "momento mágico" que todos nós temos(ou deveríamos ter), os que realmente deixam lembranças inesquecíveis e paisagens intermináveis. O sentimento que mais nos afasta da realidade, todos sabemos, é o amor. Pode parecer estranho este ser o segundo post no qual ele é citado(e seguido!), mas deixemos este fato de lado. Sim, as horas que você passa com seu amado(a), relatando tudo que tem vontade, dizendo maravilhas, prometendo a eternidade que nem uma vida pode lhe dar. É toda uma beleza, que para alguns é máscara. Como eu sempre digo, estar participando de um encontro romântico é "perfeito", parece que nada sai errado, e que seja lá o que a pessoa disser, é lindo, é especial. Mas já tentou "aguentar" ficar ao lado de um casal, sem ter relações com ele? É realmente engraçado, o "bobo" se torna maravilhoso e sentimental, o divertido vai bem além de uma risada. E não é uma crítica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, é o que venho pensando nos últimos dias, como se não tivesse nada para ocupar meu próprio papel como diretor do filme. hahaha...Podemos mesmo vivenciar uma verdadeira obra de arte?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-5911060868401662376?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/5911060868401662376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=5911060868401662376' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/5911060868401662376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/5911060868401662376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2008/12/cinematografia-real.html' title='A cinematografia real'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_rNMFONLIjqs/SATglFMEw7I/AAAAAAAAABE/HCh3aUnvrgI/s72-c/lembran%C3%A7as.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-2179914084147554251</id><published>2008-11-30T06:02:00.000-08:00</published><updated>2008-11-30T20:40:56.862-08:00</updated><title type='text'>O caminho alternativo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.entristecernaescuridao.blogger.com.br/solidao%20das%20arvores%20secas.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 500px; height: 374px;" src="http://www.entristecernaescuridao.blogger.com.br/solidao%20das%20arvores%20secas.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;C&lt;/span&gt;omo sempre, na vida de um desocupado, há uma poesia para praticamente tudo. Elas acabam se tornando parte de quem possui afinidade com a escrita(ou não), e revelam fatos que muitas vezes não esclarecemos muito bem num texto direto. Enfim, sem mais delongas, eu gostaria de introduzi-los a um dos últimos que fiz(um pouco meloso e emotivo), mas que dará melhores explicações do tema que será abordado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminho alternativo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;i&gt;Quando se segue o caminho alternativo&lt;br /&gt;Seus suprimentos são insuficientes (ou lhe sobram)&lt;br /&gt;Seu corpo lhe reserva dor&lt;br /&gt;Seus olhos são seus melhores e piores amigos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os melhores porque fazem enxergar a rota&lt;br /&gt;Os piores, pois o resultado já se sabe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se segue o caminho alternativo&lt;br /&gt;As flores passam a mudar de um ponto&lt;br /&gt;Deixam de exalar perfume&lt;br /&gt;Delas, o que resta é apenas beleza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As lembranças te perseguem o tempo todo&lt;br /&gt;Fazendo cada segundo dessa trilha parecer uma oportunidade de desistir&lt;br /&gt;Mesmo sabendo que não haverá descanso, não haverá ressentimento&lt;br /&gt;O caminho alternativo passa a tomar corpo, e com ele, sentimentos escassos e degenerados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao fim de tanto sofrimento e feridas, já se sabe que ele jamais fora caminho alternativo&lt;br /&gt;Pois o outro caminho jamais existiu&lt;br /&gt;Tanta luta, tanto tempo, tanto esforço, tanto sacrifício, tantas palavras.&lt;br /&gt;É mais do que uma poesia, é mais do que história. Mas desta essência, acredito que ninguém ainda foi capaz de entender. &lt;/i&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá, pode ter ficado ruim, você pode ter não gostado, enfim: o significado dela pode se resumir a uma simples palavra - conformismo. Quando você sabe que vai estar na pior, sabe que não é aquilo que procura, MAS, acaba optando por esse caminho por uma série de fatores, da mais inútil preguiça, à incapacidade de cada um, etc.&lt;br /&gt;Já encontrei muito disso em relações amorosas, e explico o porquê: ninguém sabe o que é amor, ou pra que ele serve. Ninguém sabe de onde ele vem, como vai embora(ou se ele vai embora), e porque influencia tanto nossas vidas. Músicas,  poesia, filosofia e ciência(por que não a fé?), não necessariamente nessa ordem, já deixaram a sua mensagem - correta ou não - sobre o amor. Partindo desse princípio do desconhecido, muitos levam esse sentimento como um objetivo de vida, visando somente ter alguém ao seu lado, sentir isso por todos. A fuga de sua realidade é inevitável, muitas vezes penetrando num universo de fantasia e ilusão do qual dificilmente vai sair sem um bom psicólogo. O problema é que muitos se esquecem, como diz a 'sorte do orkut', que o primeiro amor é o amor próprio, e depois os outros. Disso, tem-se algo que algo que observamos em muitos casais por aí, o que me irrita profundamente(e você não se importa nem um pouco com isso, mas deixemos esse comentário de lado): "doar-se para o outro". Entregar-se de corpo e alma, fazer tudo pela pessoa amada, muitas vezes, sem que a recíproca seja verdadeira. Muitas vezes, no início de uma relação, desconhecemos o parceiro, de muitas formas. Isso acaba gerando, posteriormente, um grande sentimento de conformismo por parte de um dos dois: já está ali mesmo, namorando, com a 'pessoa amada'(mesmo sem saber dizer o que é amor, sempre!), sofrendo, mas continua querendo ficar com ela. Chegamos a um ponto em que você nem espera mais mudança alguma, ou já sabe o que vai acontecer, com a maior facilidade. E continua ali, insistindo no que não lhe beneficia, no que lhe destrói aos poucos, como se aquilo fosse a salvação de nossas vidas. Já me basta a religião que aflora nas mentes humanas, temos mais o amor pra lidar, com todas suas raízes, ora nutritivas, ora desgastantes, e essa balança é desigual. Sim, acredito que para amar(também não sei o que é amor, deixo claro) é fundamental que haja alguns sacrifícios, doar-se em partes ao companheiro, MAS NÃO A PONTO DE ESTRAGAR SUA PRÓPRIA VIDA, perder-se em meio a devaneios amorosos sem o menor sentido, enfim, acabar se desviando de tudo o que planejou até então. Afinal, todos temos um plano, não? Ou ao menos deveríamos ter, àqueles que não seguem a &lt;a href="http://timelesswinter.blogspot.com/2008/11/auto-estrada-para-o-nada.html"&gt;auto-estrada para o nada&lt;/a&gt;, um objetivo, meta, ou muitas. O amor não era pra ser uma coisa boa?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-2179914084147554251?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/2179914084147554251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=2179914084147554251' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/2179914084147554251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/2179914084147554251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2008/11/o-caminho-alternativo.html' title='O caminho alternativo'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-367963925579664942</id><published>2008-11-24T13:04:00.000-08:00</published><updated>2008-11-24T14:02:26.338-08:00</updated><title type='text'>Muito além do "single-serve"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.speltri.com/images/diversos/dialogo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 328px; height: 194px;" src="http://www.speltri.com/images/diversos/dialogo.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Do título...&lt;br /&gt;T&lt;/span&gt;alvez uma das visões do personagem principal do Clube da Luta(interpretado pelo brilhante Edward Norton) que mais tenha me chamado a atenção no começo do filme, os "single-serve"  nada mais era que uma comparação inteligente entre os "pacotinhos" que recebemos no avião, de açúcar, sal...às amizades feitas no mesmo, que começavam e terminavam ali mesmo. Acho que nunca prestei tanta atenção num detalhe por tanto tempo assim. Isso é bem comum. Nada como se sentir íntimo de alguém que você acaba de conhecer, sabendo que jamais encontrará aquela pessoa em sua vida, ou mesmo que a probabilidade é bem baixa. Existem pessoas que se abrem, outras que preferem manter a distância num diálogo, jogando apenas dados e informações avulsas, como uma revista. que exibe apenas anúncios, deixando seu conteúdo de lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez, uma de minhas maiores inquietações, que deu origem a um monte de textos sem sentido, poesias esquecidas, e até mesmo ao meu querido livro que não sei como dar continuidade, a relação entre duas pessoas, independente de qual seja: amor, amizade, coleguismo, relacionamento virtual(que eu não considero como nenhum dos anteriores), profissional, etc. O que, afinal, é se relacionar? Os diálogos de hoje se resumem a dispersar palavras, sem muita preocupação com o alvo ou todo o processo que envolve essa troca de informações(que na verdade, deveria ir muito além disso). Não sou nenhum formado da área, dificilmente teria uma explicação tão boa quanto a de alguém que estuda a relação entre as pessoas, mas como sempre nesse blog, explico o que eu acho e percebo em certos aspectos. Numa conversa entre homem e mulher, normalmente existe um único objetivo, que usa e abusa do meio "diálogo" para ser alcançado: conquistar a tal pessoa. Ou seja, a conversa mesmo acaba sendo uma ponte para algo, e não o contrário. Ela deveria ser valorizada como um momento em que entramos em contato com um outro, que vive em um corpo diferente e tem perspectivas diferentes. Sabe aquela sensação que todos têm quando vão de encontro a alguém famoso, ou conseguem apenas um "Oi" dessa pessoa? Então, por que apenas com essas pessoas, e não com todos? Conversar com o patrão é puxar o saco, conversar com a mãe é pedir dinheiro, com o professor é pedir conhecimento. Sempre em busca de um objetivo para desenvolver a si próprio, sob qualquer forma. A densidade dos papos que vemos por aí, prefiro não comentar muito. Para realmente entrarmos em contato com o outro, só se for no psicólogo, pagando. Já virou sinônimo de jogar informações, o outro receber, jogá-las fora e mandar as dele. Isso é praticamente um monólogo. De que adianta ouvir, se não desenvolver aquilo que foi ouvido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Me add?&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Quero fazer novas amizades!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos ainda o fator "virtual e real". Pessoas desenvolvem "amizades" pela internet com muita freqüencia, principalmente após a chegada do orkut no Brasil. A adolescência dos scraps passou de tendência a obrigatoriedade. Hoje, todo mundo tem orkut, ou já teve(e tem vontade de refazê-lo, no caso). As brigas dos casais aumentou, à medida que a privacidade foi começando a ser deixada de lado. Aí, surgiram centenas(centenas mesmo) de  amigos "single serve", mas não sei se esse seria o nome ideal, porque é algo diferente. Pessoas que te amam no primeiro encontro virtual, amigos que te consideram demais sem nem saber seu nome direito(muitas vezes, apenas parte dele, contida no seu nick) e toda uma vida falsa que se esconde nesse mundinho do monitor. Mas é diálogo que eu falo, não quero entrar na questão mais que batida da internalização do ser, nem da banalização do amor, etc etc. O que está levando as pessoas a transformar tudo isso num nada? Entrar no MSN e ter 309832487 contatos diferente, é algo que para alguns possa parecer motivo para orgulho, achando que são populares, e extremamente sociáveis, o que nada mais é que um grande número de single-serves que surgiram na internet, de papinho aqui e ali, e nunca mais. A preocupação em ser popular e conhecer todos é tão grande, que a pessoa não se toca, que na verdade, não conhece ninguém. Sabe nomes, provavelmente uma história ou outra, mas não conhece ninguém. Entra num enclausurado das informações que eu venho tanto citando aqui, que não servem pra absolutamente nada. Isso não é se relacionar, é criar um catálogo de informações alheias de utilidade duvidosa. Não é de se espantar que essas pessoas conheçam tantas outras. Se não nos satisfazemos com um, precisamos de muito mais. Justamente por não saber se aproveitar(no bom sentido) do mesmo. Se existe alguma coisa que une as pessoas é o diálogo. Entenda "unir" como estabelecer uma relação, e não um agrado surgido pela mesma(um diálogo também pode criar inimigos).&lt;br /&gt;Enfim, esse meu monólogo já me deixou de saco cheio, comentem e vamos dialogar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ao som de Bloodbath - Treasonous&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-367963925579664942?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/367963925579664942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=367963925579664942' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/367963925579664942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/367963925579664942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2008/11/muito-alm-do-single-serve.html' title='Muito além do &quot;single-serve&quot;'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-1748011318743165873</id><published>2008-11-21T13:42:00.000-08:00</published><updated>2008-12-11T18:35:57.375-08:00</updated><title type='text'>Futilidade?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://ednene.files.wordpress.com/2008/06/interrogacao.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 215px; height: 244px;" src="http://ednene.files.wordpress.com/2008/06/interrogacao.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A&lt;/span&gt; moda hoje é dizer que tudo e todos são fúteis. O novo programa na TV é fútil, a apresentadora é fútil, o tema é fútil, e até o cameraman é fútil por focalizar regiões tão sem conteúdo(hahaha). De tanto ouvir essa palavra, ler, em tudo quanto é canal de comunicação, principalmente em fóruns de internet(leia orkut de uma vez), me inquietei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mas afinal, que raios significa ser fútil?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Segundo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Futilidade"&gt;a grande enciclopédia dos semi-analfabetos&lt;/a&gt;(que eu uso freqüentemente, por sinal):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic;"&gt;"&lt;b&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Futilidades&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; ou &lt;/span&gt;&lt;b style="font-style: italic;"&gt;coisas fúteis&lt;/b&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; são atividades, conversas ou sentimentos vazios que não levam a crescimento algum,também pode-se dizer que são &lt;/span&gt;&lt;i style="font-style: italic;"&gt;informações sem conteúdo&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.&lt;/span&gt;Coisas sem conteúdo. A palavra futilidade se refere à falta de valor, sem importância, vulgar, banal, sem sentido, sem nexo, sem noção, vazio.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ainda pode-se dizer que é: &lt;i&gt;bobice, boboquice, chochice, frioleira, frivolidade, inânia, leveza, leviandade, levidão, ligeireza, ligeirice, nugacidade, nulidade, coisa sem valor, pequena; insignificância, ninharia, tolice, vaidade, vanidade, etc..."&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Agora&lt;/span&gt;: pare e pense! "Falta de valor" é algo bem subjetivo. Ter valor pra uns não significa ter valor. Valores, diferenciais, enfim...Tudo aquilo que deve ser definido como prioridade e de extrema importância pra uns, com certeza pra outros não passam de fétida experiência perdida. Priorizar o seu conteúdo e o seu conhecimento, fará de outras coisas, com certeza, fúteis! Outras pessoas também. Sempre estive "envolto" de todo esse contexto, por gostar bastante de internet, e participar(quase sempre) de discussões nas quais o que prevaleve é a tentativa de subjulgar o "adversário", com o objetivo de humilhá-lo. Normalmente, tal "façanha" é obtida com ajuda do mestre google, provando que o "outro" desconhece tais valores, e por isso &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;é fútil&lt;/span&gt;. Principalmente no orkut, deparei-me com uma situação engraçada...Que por sinal, foi o que me inspirou a criar esse post. Este é &lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=14112742279990663118"&gt;meu profile(clique)&lt;/a&gt; (isso não é auto-divulgação aeiuhuaei, logo entenderão o porquê de eu estar postando isso!). Como podem ver, sou fanático por fotos, e inclua nesse hobbie, os adjetivos "toscas, exageradas, posers", ou o que achar necessário. Pois bem: me classificaria como fútil ou não, após observar meu álbum? Aposto o que quiser, que 90% das pessoas diriam que sou extremamente fútil, que só ligo pro que a mídia fala, que sou ignorante e provavelmente mais um fã de psy que vai dançar sem pensar na vida, que só pensa em academia e em mulheres e todo aquele blablabla pseudo-intelectual inferiorizado de sempre. Já li muito disso, as pessoas costumam associar auto-cultuação a ignorância e futilidade...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mas o que  é futilidade?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entramos em questões totalmente sem resposta ao tocar no assunto. Primeiramente, aquilo que lhe interessa é o que possui alguma relação com a realidade por você vivida. Se joga videogames, com certeza adorará conversar com alguém que goste também. Poderão passar horas e mais horas falando daquilo, se divertir, e quem sabe fazer uma amizade a partir disso. E aí, o papo foi fútil? Provavelmente, pra quem não é chegado num joystick(não levem pro lado que já devem estar pensando), dirá que foi. Agora colocamos dois ditos "intelectuais", discutindo a respeito do terceiro movimento da obra do músico Antonio Vivaldi, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As quatro estações&lt;/span&gt;(minha favorita, e talvez a única que eu sei tocar direito). Eles farão citações, viajarão na maionese, mas não sairão daquilo: comentários acerca do que ouviram. Fútil? É claro que dirão que não. Mesmo os ditos fúteis dirão que aquilo é uma conversa de "nerd", e não uma coisa fútil, afinal, eles já se consideram assim. Agora voltem a pensar...O que diferencia alguém que discute videogames e alguém que discute música erudita? Qual a diferença? São gostos diferentes, para momentos diferentes e coisas diferentes. É muita hipocrisia para um lugar só, não entendo isso e talvez nunca entenderei. A sociedade é movida por valores altos e baixos que não fazem o menor sentido, a ponto de que algumas coisas são condicionadas a nível de "alto padrão", e outras, não significam nada. Falar de moda é fútil, não nos leva a nada. Por quê? Muitas pessoas se sentem felizes com uma roupa nova, mudam seu humor quase que instantaneamente. Gostam de ir às compras. O que há de errado nisso? Eu me sinto MUITO bem quando estou em casa ouvindo Miseration, Scar Symmetry, Metallica...Isso não acrescenta absolutamente nada ao meu eu "acadêmico", mas me faz bem. Estou sendo fútil nesse momento? O blog, as postagens...Sâo fúteis? Interessam a uns, mas não são nada para outros. Enfim, poderia passar horas citando exemplos aqui de que esse papo de fútilidade não faz o menor sentido. Por que a imagem no início do post? Eu poderia muito bem colocar uma foto da Luciana Gimenez ou da Mulher Melancia(o que é comum em todo lugar quando se fala em "futilidade") mas estaria entrando em contradição com todo o meu pensamento, portanto deixei algo que o fizesse valer por si só: uma interrogação. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O QUE É FUTILIDADE?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Obs.:&lt;/span&gt;&lt;span&gt; como bem observado pela minha amiga Helena, e antes que outros perguntem, vou deixar um esclarecimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Mas o que me irrita profundamente é saber que existem indivíduos cuja única certeza é o que o presente lhe reserva, por mais fútil que seja."&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic;"&gt;Soa meio contraditório, após tantos comentários acerca da futilidade. Mas como eu mesmo disse, o que é fútil pra uns, pra outros não é, e cada um leva um objetivo em vida, certo? Ou muitos deles. E o que realmente eu considero "fútil" é não ser ninguém, é não fazer nada, é deixar tudo acontecer sem mover um dedo para mudar. Porque isso não é uma opinião. Isso é não ter uma.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-1748011318743165873?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/1748011318743165873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=1748011318743165873' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/1748011318743165873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/1748011318743165873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2008/11/futilidade.html' title='Futilidade?'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-4468108997144571331</id><published>2008-11-20T13:04:00.001-08:00</published><updated>2008-11-20T16:00:31.647-08:00</updated><title type='text'>Auto estrada para o nada</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/SSXRU3amZRI/AAAAAAAAAMI/kuUc0IySsP8/s1600-h/nada.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 166px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/SSXRU3amZRI/AAAAAAAAAMI/kuUc0IySsP8/s200/nada.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270849095310140690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Q&lt;/span&gt;uem aí nunca caiu nos clichês da filosofia barata "quem sou eu? Por que estou aqui?" e os grandes jargões deste meio um tanto "discutível"? Contentar-se com a própria existência é quase improvável(ao menos para muitas pessoas), o ser humano precisa de mais alicerces para estabelecer uma vida, precisa de raízes, e de conhecimento, inato ou não.&lt;br /&gt;Alguns encontram respostas na religião, outros, no óbvio, talvez por medo de se aprofundar, e enfim, a ciência que (quase) tudo explica. O importante é manter-se aliado à alguma dessas respostas, em busca de um valor pelo qual faça sentido estar aqui. E já vi/ouvi milhares de respostas para isso, e a principal delas é o amor. Viver por amor! Um infinito de incertezas e nebulosidades, onde tempo e espaço se tornam quase que "à parte" de tudo. Alguns vivem pelo sucesso, pelo reconhecimento e pelo valor perante a sociedade. Mas o que me irrita profundamente é saber que existem indivíduos cuja única certeza é o que o presente lhe reserva, por mais fútil que seja. Aqueles que não se preocupam com nada além do quão inútil conseguem ser para o mundo. Em suma, pessoas vazias. Não entra em minha cabeça,que dentre tantas possibilidades de carreira, de estilo de vida, de pensamentos, a qual nos acometemos durante todo nosso processo de desenvolvimento, que ainda existam seres incapazes de tomar essas decisões, estando aptos a viverem num ócio eterno, como animais irracionais que apenas aguardam o próximo passo de algo que nem eles mesmos entendem o que significa, e não querem entender também. Enfim, apenas um desconforto de minha parte, que terminarei postando uma letra de minha autoria, da banda Death Whisper(sou vocalista :D, quando tivermos o primeiro álbum gravado, postarei aqui), que tem tudo a ver com o assunto citado, cujo nome é o mesmo do título do post.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Highway to Nothing&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"(Corra, corra&lt;br /&gt;Corra, seu nada&lt;br /&gt;Corra, este caminho lhe persegue&lt;br /&gt;Eles fizeram a tua estrada, segue-a)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta, eu não achei&lt;br /&gt;Meus desejos, jamais me preocupei com eles&lt;br /&gt;A vitória, por que a desejar?&lt;br /&gt;Se tudo isso vai apenas nos matar, matar, matar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida, presenciei na TV&lt;br /&gt;Com a vida, jamais me noticiei&lt;br /&gt;Na vida, não fiz valer a pena&lt;br /&gt;Quem sou? Não me faça responder!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Corra, corra&lt;br /&gt;Corra seu estúpido&lt;br /&gt;Eles queriam a tua estrada&lt;br /&gt;Mas não a fizeste)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha família, meus amigos&lt;br /&gt;Partes de um jogo que não joguei&lt;br /&gt;Meu hino de glória que não cantei&lt;br /&gt;Sumam de mim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num mundo tão insano&lt;br /&gt;Criaturas insanas&lt;br /&gt;Sou um grande ninguém&lt;br /&gt;Escravo de mim mesmo, do nada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Corra, corra, corra seu desgraçado!&lt;br /&gt;Aqui se faz, aqui se paga&lt;br /&gt;E agora você deve morrer)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei que eu jamais existi, nem vivi&lt;br /&gt;Façam o que não fiz, tomem corpo e alma para tudo&lt;br /&gt;Vazio era a estrada que trilhei, agora deixarei este lugar&lt;br /&gt;Você é meu único, meu precioso&lt;br /&gt;Meu filho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não! Não! Não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Corra, corra&lt;br /&gt;Você deixou um filho&lt;br /&gt;A auto-estrada para o nada ele seguirá, se for covarde&lt;br /&gt;Mas apenas ele mesmo saberá dizer quem é)"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;P.S.: &lt;/span&gt;Christian Alvestam, o fodástico ex-vocalista da banda Scar Symmetry(death metal melódico, e um pouco de progressivo também), anunciou recentemente sua nova "full-time band", cujo nome provém do nome de uma das músicas de sua outra(ele tem muitas) banda, Unmoored: Solution.45 é o sonzaço que promete garantir o espaço que Christian merece, com seu talento brilhante no meio musical! Para quem quiser conferir, aí está o som, num teaser postado no myspace dos caras: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.myspace.com/solution45"&gt;&lt;span&gt;http://www.myspace.com/solution45&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-4468108997144571331?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/4468108997144571331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=4468108997144571331' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/4468108997144571331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/4468108997144571331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2008/11/auto-estrada-para-o-nada.html' title='Auto estrada para o nada'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/SSXRU3amZRI/AAAAAAAAAMI/kuUc0IySsP8/s72-c/nada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-3786747438041040554</id><published>2008-11-20T13:04:00.000-08:00</published><updated>2009-12-06T19:56:50.374-08:00</updated><title type='text'>Auto estrada para o nada</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Q&lt;/span&gt;uem aí nunca caiu nos clichês da filosofia barata "quem sou eu? Por que estou aqui?" e os grandes jargões deste meio um tanto "discutível"? Contentar-se com a própria existência é quase mprovável(ao menos para muitas pessoas), o ser humano precisa de mais alicerces para estabelecer uma vida, precisa de raízes, e de conhecimento, inato ou não.&lt;br /&gt;Alguns encontram respostas na religião, outros, no óbvio, talvez por medo de se aprofundar, e enfim, a ciência que (quase) tudo explica. O importante é manter-se aliado à alguma dessas respostas, em busca de um valor pelo qual faça sentido estar aqui. E já vi/ouvi milhares de respostas para isso, e a principal delas é o amor. Viver por amor! Um infinito de incertezas e nebulosidades, onde tempo e espaço se tornam quase que "à parte" de tudo. Alguns vivem pelo sucesso, pelo reconhecimento e pelo valor perante a sociedade. Mas o que me irrita profundamente é saber que existem indivíduos cuja única certeza é o que o presente lhe reserva, por mais fútil que seja. Aqueles que não se preocupam com nada além do quão inútil conseguem ser para o mundo. Em suma, pessoas vazias. Não entra em minha cabeça,que dentre tantas possibilidades de carreira, de estilo de vida, de pensamentos, a qual nos acometemos durante todo nosso processo de desenvolvimento, que ainda existam seres incapazes de tomar essas decisões, estando aptos a viverem num ócio eterno, como animais irracionais que apenas aguardam o próximo passo de algo que nem eles mesmos entendem o que significa, e não querem entender também. Enfim, apenas um desconforto de minha parte, que terminarei postando uma letra de minha autoria, da banda Death Whisper(sou vocalista :D, quando tivermos o primeiro álbum gravado, postarei aqui), que tem tudo a ver com o assunto citado, cujo nome é o mesmo do título do post.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Highway to Nothing&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"(Corra, corra&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Corra, seu nada&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Corra, este caminho lhe persegue&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eles fizeram a tua estrada, segue-a)&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A resposta, eu não achei&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Meus desejos, jamais me preocupei com eles&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A vitória, por que a desejar?&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Se tudo isso vai apenas nos matar, matar, matar!&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A vida, presenciei na TV&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Com a vida, jamais me noticiei&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Na vida, não fiz valer a pena&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quem sou? Não me faça responder!&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Corra, corra&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Corra seu estúpido&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eles queriam a tua estrada&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mas não a fizeste)&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Minha família, meus amigos&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Partes de um jogo que não joguei&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Meu hino de glória que não cantei&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sumam de mim!&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Num mundo tão insano&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Criaturas insanas&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sou um grande ninguém&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Escravo de mim mesmo, do nada&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Corra, corra, corra seu desgraçado!&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Aqui se faz, aqui se paga&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;E agora você deve morrer)&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pensei que eu jamais existi, nem vivi&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Façam o que não fiz, tomem corpo e alma para tudo&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Vazio era a estrada que trilhei, agora deixarei este lugar&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Você é meu único, meu precioso&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Meu filho&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não! Não! Não!&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Corra, corra&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Você deixou um filho&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A auto-estrada para o nada ele seguirá, se for covarde&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mas apenas ele mesmo saberá dizer quem é)"&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-3786747438041040554?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/3786747438041040554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=3786747438041040554' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/3786747438041040554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/3786747438041040554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2008/11/auto-estrada-para-o-nada_20.html' title='Auto estrada para o nada'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-3462038715195172511</id><published>2008-11-18T09:40:00.000-08:00</published><updated>2008-11-29T13:17:36.290-08:00</updated><title type='text'>Retomando passos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://dietadalu.zip.net/images/PASSADO.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://dietadalu.zip.net/images/PASSADO.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;É&lt;/span&gt; comum ter uma idéia para escrever, e em seguida procurar uma foto inspirada nisso, para uma postagem. Mas interessante mesmo, é quando acontece o contrário, e uma imagem como esta acima, despertando alguns pensamentos, e talvez, meu primeiro "diário global" aqui do blog.&lt;br /&gt;Olhar para trás. Tudo aquilo já foi seu algum dia. Todos aqueles amigos, todos aqueles momentos, momentos de raiva e até mesmo solidão(e como diz&lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=27283455"&gt; essa comunidade&lt;/a&gt; no orkut...), que a qualquer momento são trocados por uma realidade totalmente nova.&lt;br /&gt;Essa é minha situação atual, fim do conhecido "terceirão"(que de "ão" não tem nada). Apesar de não ter criado nenhum laço muito forte com ninguém, muito menos nenhum amor(minha ex-namorada era de outra escola, por sinal), fica evidente o impacto que me traz saber que todo esse contexto de mais de 10 anos, com as mesmas caras e chatisses, venha a se modificar totalmente daqui pra frente. Repare que não estou situando tudo como algo bom ou ruim, apenas analisando o fato.&lt;br /&gt;Empregos novos, cidade nova, escola nova, mulher nova!...Todos passamos por isso, ao menos uma vez na vida. Uma existência em plena mesmice é desperdício. Se até os intelectuais da literatura jamais se contentam com as escolas, e retomam valores, adicionam novos, evoluem(ou não), revolucionam...Tudo porque vivemos em constante mudança pessoal, sem exceção. Não existe esse papo de que apenas os inteligentes ou os que se julgam superiores é que sofrem tais "mutações". De formas diferentes, é claro. Todos vivemos em constante deformação do estado original, ou como em "Clube da Luta": "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu morria todas as noites.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;E todas as noites eu renascia. Ressuscitado."&lt;/span&gt;  E dessas mudanças, resultam num diagnóstico, a forma e o valor do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ser.&lt;/span&gt; O indivíduo, por si só, com suas múltiplas mudanças de humor, seu olhar pífio, ou o que caminhar cambaleando.&lt;br /&gt;Vale ressaltar que todo o processo é de apenas uma vida, portanto, cada "pedacinho" dele compõe o que você é. Como na fabricação de um carro ou qualquer outra coisa. A correlação íntima de todas as nossas estações devem entrar em sintonia com o presente. Muitas pessoas se esquecem de como alcançaram o que são hoje, ou como chegaram ali. E não importa se isso é uma ascensão ou uma enorme queda. Ambas são apagadas pelo tempo. Muitas vezes nos deparamos com situações nas quais o desespero aprofunda a reflexão psicológica: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por que eu? Que culpa eu tenho?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Administrar as nossas estações tendo como instrumento apenas o que tomamos no café, o dia de trabalho e o que passou na tv, pode parecer comum a qualquer pessoa, que por sinal está sempre reclamando da "rotina". Vê-se que muitas vezes, repassamos tudo de novo, e de novo, sem aprender. Não acredito em destino nem em "lições", mas tenho plena consciência de que errar é humano e errar duas vezes é burrice.&lt;br /&gt;Vou até reler meu primeiro post agora. :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-3462038715195172511?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/3462038715195172511/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=3462038715195172511' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/3462038715195172511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/3462038715195172511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2008/11/retomando-passos.html' title='Retomando passos'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-3954319212953035246</id><published>2008-11-16T18:05:00.000-08:00</published><updated>2011-11-16T17:48:03.275-08:00</updated><title type='text'>O ônibus - introdução</title><content type='html'>Não há muito o que comentar aqui. Deixarei apenas o texto, que escrevi já há algum tempo, que seria a introdução de um livro de minha autoria(ohhhh). Até 2040 eu termino! Ah, sobre a foto...Achei divertida demais, e como foi o primeiro resultado que encontrei procurando por ônibus no google, deixei aqui!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.sk8.com.br/br/images/conteudo/imgs/9BB6A_busao-do-PiTINS.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 455px; height: 341px;" src="http://www.sk8.com.br/br/images/conteudo/imgs/9BB6A_busao-do-PiTINS.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;Atualização - 16/11/2011: Escrevi esse post com 17 anos, pré-vestibular. Com outras ocupações, acabei deixando o &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;livro para mais tarde. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;Agora, aos 20, faltando apenas um semestre para finalizar a graduação em jornalismo, pretendo continuar com o projeto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Chamaram-me de ousado e de criativo ao conceber um nome a este livro, e a seguir, explicá-lo. Essas mesmas pessoas, após saber que tudo foi levado a sério, tacharam-me de louco e de sonhador. A certo ponto da escrita, e mesmo na introdução, cheguei a pensar que talvez fosse verdade, um garoto de 17 anos não escreve livros, estuda pro vestibular. Ah, o vestibular!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E a cada página, tudo transparecia, e admito: nem eu estava certo do fim disso tudo. Mas já que estava ali, posto a escrever, por que não continuar? A idéia me pareceu interessante, e não é a primeira vez que me indago a respeito. Ao meu ver, tudo que vejo, respiro e até mesmo sinto, é algo que pode ser posto no papel. Tudo que percebo, é algo que deve ser mostrado a todos. Jamais parei pra pensar se aquilo realmente traria impacto a alguém, pois as idéias são chamas em nossas cabeças que podem ser nada mais do que cinzas no mundo afora. Um ônibus, qual o significado disso? Por que tanta preocupação, tanto desvio de pensamento?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Acho que todo o sentido disso tudo começou de uma forma inocente e sem objetivos. Classe média, morando quase que literalmente "no quinto dos infernos", menor de idade, sem carro. O transporte coletivo era inevitável, e a paciência para tal, um tanto indesejada, nem tanto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E desde meus 11 ou 12, sem certeza, eles são meio de locomoção para mim, mas o que demorei a perceber, é que não era apenas isso. Um meio social, um tubo de ensaio para estudo aprofundado, ali em constante transparência, mas parece que ninguém percebe. Passei a levar lápis e papel em todas as minhas "viagens", e anotar o que vinha em mente. Nada muito concreto, às vezes poesias, outras vezes o comportamento de algumas pessoas, mesmo sem ter certeza. Um hobbie, uma distração para ver o tempo passar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Com praticamente um ano "brincando" dentro desse ônibus, vi que minhas anotações ultrapassavam um caderno, repleto de desenhos e análises sem sentido algum, mas algo chamou a minha atenção de forma a dar um sentido a todo o resto: a comunicação entre quem estava ali, as ações e as reações desencadeadas por tudo, desde um sorriso até um "pisão", ou o choro de uma criança. Fui mais específico, e tive a vontade de interagir com o cenário daqueles pensamentos que me prendiam tanto. Era hora de conversar, hora de experimentar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nas semanas seguintes, mais e mais anotações, sei que incomodei muitas pessoas desde então! Pensei em coisas para perguntar, mas nada muito planejado, afinal iria contra tudo aquilo que estava imaginando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Logo, percebia não ser muito bem atendido por essas pessoas. Alguns ignoravam, outros, como meus amigos, chamavam-me de louco e sonhador, mesmo sem saber bem o meu propósito final, que acredito nem ter sabido na época, mas o meio já me alimentava a curiosidade de seguir em frente. E algo era evidente, tanto no contato físico quanto na conversa com todos eles: as pessoas não gostam uma das outras. Todas ali, a 30 cm de distância, num ônibus lotado, mas a única preocupação é com o tempo, é com o destino. Ah, tempo, se eu pudesse acabar com você! Tudo pensando em você, tudo feito em seu nome, tudo destinado à sua "vontade". Não posso ver mais TV porque o tempo não me permite. Preciso estudar porque tenho pouco tempo. Não posso mais conversar pois o tempo é curto. Por quê?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Assim foram algumas horas e alguns dias num período "pré-livro", até que mais uma coisa me chamou a atenção: Um garotinho, de menos de um metro e meio, cuja mochila parecia maior que seu próprio corpo, com ar de distraído, e expressão indiferente, por ora alegre. Era a pessoa perfeita para minhas anotações. Mas a conversa foi diferente, e ele pareceu muito interessado em tudo, até pediu pra desenhar em uma folha e fazer aviões de papel. Divertiu-se comigo. Falou de sua breve existência, dos pais, de tudo que podia lembrar, enfim, parece ter gostado de mim. Ou ao menos, parecia não estar preso como os outros. Era como uma cadeia, em que todos estavam algemados e ele estava em liberdade. Ele possuía a essência, a vibração e o olhar de alguém que não tem compromissos com nada e nem com ninguém. Ainda sem compromisso com a sociedade, talvez, mas existem pessoas assim que não dão a mínima pra ninguém, também. O que faz as pessoas se acorrentarem, o que lhes tira a liberdade? Por que evitar os outros? Já parou pra perceber, mesmo quando você encosta sua mão por engano em alguém no ônibus, logo eles se afastam e olham estranho. E isso vem desde a infância, com a velha frase, "não fale com estranhos". Uma doença social, eu diria, e pior, hereditária. As pessoas são ensinadas a evitar seus semelhantes, por medo, por insegurança. São obrigadas a se fechar em sua sala com seu dinheiro e com aqueles que ajudam a obtê-lo, muitas vezes com poucos laços verdadeiros, afastando-se cada vez mais do seu objetivo, por mais diferente que seja em cada vida. E pretendo desenvolver este tema abordado, com um garoto, Murilo. Alguém que passará por uma situação semelhante a minha, sem saber aonde está, nem pra onde vai, mas crescendo e desenvolvendo suas idéias, da forma mais simples possível.&lt;/span&gt;"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-3954319212953035246?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/3954319212953035246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=3954319212953035246' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/3954319212953035246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/3954319212953035246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2008/11/introduo-de-uma-tentativa-de-livro.html' title='O ônibus - introdução'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-7581977268088275177</id><published>2008-11-16T17:26:00.001-08:00</published><updated>2008-11-16T18:04:09.601-08:00</updated><title type='text'>Histórias!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vidasaudavel.powerminas.com/wp-content/uploads/2007/11/idosos-12.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 340px; height: 350px;" src="http://vidasaudavel.powerminas.com/wp-content/uploads/2007/11/idosos-12.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A&lt;/span&gt;h, a terceira idade! Como prometido na postagem anterior,  será o tema desse meu texto. Já adianto que, apesar de certas conturbações e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;reviravoltas multipolares&lt;/span&gt;, como costumo dizer, desfruto de minha adolescência e desse grande período de minha vida, como qualquer outro. Só tenho a aguardar sem temor, e esperançoso, por esta nova fase, e explicarei o porquê.&lt;br /&gt;Ser "velho",  na maioria das perspectivas, é ter roupas que cheiram a mofo, pentear-se à moda de 50 anos atrás,  assistir novela do SBT e Silvio Santos(e agora, ainda temos a Maísa pra completar o ciclo diário de televisão), fazer bolo e dar mesada pro neto. Existem casos, inclusive, como não é nenhum escândalo afirmar, de agressão a idosos, maus tratos por parte dos familiares, descuidos, e até mesmo o abandono nos famosos "asilos". Outros, apenas aguardam pela cova do indivíduo, na busca de uma herança. Como na outra postagem,  afirmo que todas as fases de nossa vida são extremamente importantes, e se valessem menos ou mais que outras, simplesmente não deveriam existir, ou então, serem únicas. E nessa fase, é que encontramos as mais preciosas histórias, lições de vida, experiências jamais compartilhadas por alguém mais novo, conselhos, análises e uma nova percepção do mundo, com base em tudo isso.&lt;br /&gt;Certamente podemos avaliar o conteúdo de um adolescente da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Era-Créu&lt;/span&gt;, oscilando entre suas peripécias de pegador, toneladas de supino e futebol, abrangendo todo seu conhecimento num potinho de colher urina, e ainda sobra um bom espaço. E esses, são os que muitas vezes ignoram, crescem e mandam para o inferno aqueles que os criaram. Mal sabem que o futuro lhes reserva semelhante passagem.&lt;br /&gt;Acho que a melhor forma de cativar uma pessoa é contar histórias. Viajar épocas, reviver momentos, e passar aquilo que jamais será passado com tamanha realidade à junventude de hoje(noooossa haha), faz parte do papel de um "senhor". Ou pelo menos, fará parte do meu papel daqui alguns(muitos) anos. Nada melhor que unir tais épocas, como insistem os historiadores :&lt;span style="font-style: italic;"&gt; "Compreender o passado para entender o presente, e analisar perspectivas para o futuro, esse é o objetivo da história&lt;/span&gt;".&lt;br /&gt;O que seria de nós sem uma história? Sem páginas de um caderno, rabiscadas e amassadas? A humanidade gira em torno de um meio, e desse meio, surgem os fatos, as lendas, as crônicas. Destes, os filósofos, os poetas, os músicos, os escritores, e até mesmo os desocupados "blogueiros". :p&lt;br /&gt;Acredite, aquela velha insuportável que só sabe reclamar de dor na coluna e da última receita da Palmirinha, pode lhe ser uma grande aliada para a vida. Sei que parece meio careta, besta ou utópico, mas não é. "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Unir as linhas de nossa história&lt;/span&gt;", como diria sr. Slim: REFLITÃO!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-7581977268088275177?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/7581977268088275177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=7581977268088275177' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7581977268088275177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7581977268088275177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2008/11/histrias.html' title='Histórias!'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-7824708535586266344</id><published>2008-11-16T06:49:00.000-08:00</published><updated>2008-11-16T09:40:30.637-08:00</updated><title type='text'>Ponha-se em seu lugar!</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;U&lt;/span&gt;ma de minhas primeiras investidas acerca do tema "tempo" começa agora, e usarei um filme um pouco antigo, que me vi obrigado a assistir pelas exigências da Cásper Líbero, para fazermos esta análise: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Crepúsculo dos Deuses&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, ou como no original, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sunset Blvd.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img472.imageshack.us/img472/6742/crepusculodosdeusesposter035ey.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 500px; height: 375px;" src="http://img472.imageshack.us/img472/6742/crepusculodosdeusesposter035ey.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Como ótimo&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; cinéfilo que sou, seria mentira se começasse a dissertar a respeito da Obra de Billy Wilder, ou dos trabalhos/vida dos atores envolvidos. Serei sincero: Não conhecia ninguém, e segurei este filme numa pasta sem nem abrí-lo,por  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;medo de que fosse uma chatisse de quase duas horas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Por sorte, meu engano resultou numa ótima madrugada, e provavelmente, na inspiração para o tema dessa postagem: a linha do tempo em nossas vidas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sobre o filme&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;"&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu sou grande. Os filmes é que ficaram pequenos&lt;/span&gt;" - esta frase pode resumir toda a essência de Sunset Blvd., &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;filme que mostrou a "sociedade Hollywoodiana", e a forma como um astro do cinema, em plena ascensão, pode ser deixado a cinzas e lembranças, à mercê de seu ilustre passado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Norma Desmond (Gloria Swanson), grande atriz do cinema&lt;/span&gt; mudo da época, vê-se isolada do mundo e de todos, vivendo apenas com seu criado Max, que desde o começo do filme lhe reserva uma enorme atenção e carinho.&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Joe Gillis, um fracassado roteirista&lt;/span&gt; à procura de dinheiro para pagar seu carro, que logo seria guinchado, acaba chegando por acidente à mansão de Norma, que ao descobrir a profissão de Joe, revela ter escrito um enredo para estrelar mais um de seus filmes, como uma volta(ops...Ela odeia essa palavra), digo, retorno à Hollywood. Apesar de tudo, e da situação inesperada imposta por Norma, o desesperado escritor aceita o trabalho.&lt;br /&gt;No desenvolvimento da história, toda a falsidade do meio artístico é revelada, o diretor de cinema DeMille, responsável pelos maiores filmes de Norma, não a quer mais como atriz, considerando-a velha e despreparada, ultrapassada para a nova geração do cinema.&lt;br /&gt;Norma cresce em sua própria insanidade, e à medida que descobre que seu brilho já se ofuscou há muito tempo, esta toma conta de seu corpo e de sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A linha do tempo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota-se, em cada fala de Norma, em cada lembrança, até mesmo nas atitudes de Max, o criado, que o passado é tudo que paira nos ares da mansão em Sunset Blvd. Sua vida estacionou, e Norma não consegue acreditar que seu tempo como grande atriz já passou. Fazia críticas constantes às falas  dos filmes, dizendo que apenas um olhar era capaz de revelar tudo. Enfurecia-se com novos atores e com os filmes "sem criatividade" da nova geração. Percebe-se a progressão de sua insanidade, que com a chegada de Joe, parecia ter se estabelecido apenas como doces lembranças, mas que com o desenvolvimento da trama, mostra uma Norma sem escrúpulos, capaz de tudo. Tentou se suicidar diversas vezes, não conseguia encarar o tempo como devia ser! Como disse Joe, sabiamente(me fogem as palavras exatas, mas é mais ou menos isso): "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não há nada de errado em ter 50. Mas daí a querer ter 25...&lt;/span&gt;".&lt;br /&gt;Norma não se ambientava mais, era como se sua mente transparecesse essas fases, esses momentos. Queria reviver seu auge, sua vida não fazia mais sentido sem as milhares cartas de fãs, amigos, fama. Só o luxo que lhe reservava o dinheiro, não era suficiente.&lt;br /&gt;Enfim, acho que já é possível entender onde pretendo chegar: situar-se no tempo e espaço não é tarefa fácil. Há pessoas que preferem manter as tradições, preservar o currículo e viver à moda antiga, esquecer-se no tempo. Já outras, modernizam-se e acabam aderindo até mesmo às modas do mundo contemporâneo. Assisti a um vídeo no youtube que me fez rir bastante, relacionado a isso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vovó dançando psy&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/G6Pt3b1PH1w&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/G6Pt3b1PH1w&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;aiuehiuaehaieuhiauehiuaehaieuhiaeuh&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincadeiras à parte, atualizações não fazem mal a ninguém. Se fosse para vivermos 30 anos, então morreríamos aos 30. Se fosse para viver 60, morreríamos nessa idade também. Ninguém manda em nossa linha do tempo, nem em nossas estimativas de vida. Sendo assim, tempos um tempo indefinido para aproveitar aquilo que nos for dado, e aquilo que conquistamos. Qual a vantagem de viver 60 anos, passando 30 gravando filmes e mais 30 revendo os mesmos? É como se eu comprasse vários dvds, mas só assistisse a um, incessantemente. Desconheço o conteúdo dos outros, mas temendo que sejam ruins ou  que não funcionem corretamente, acabo na mesmice, por tempo indefinido. Cada um faz o que quer da vida, mas com tanta gente lutando para viver,  com os dias contados, ou mesmo aqueles que vivem, mas privados a maioria dos benefícios que abrange a vida...E alguém ainda se preocupa com TEMPO!&lt;br /&gt;Quero viver meus 7648726 anos cantando muito metal ainda(se isso ainda existir, é claro), fazendo tudo que me der na telha, aproveitando a melhor fase da vida, de certo ponto de vista, que é o nosso tempo como "idoso". Mas este tema, deixarei para a próxima postagem.&lt;br /&gt;Quais são seus dvds?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-7824708535586266344?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/7824708535586266344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=7824708535586266344' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7824708535586266344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7824708535586266344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2008/11/ponha-se-em-seu-lugar.html' title='Ponha-se em seu lugar!'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-7856970822377819283</id><published>2008-11-15T17:37:00.000-08:00</published><updated>2008-11-15T17:56:53.089-08:00</updated><title type='text'>A certeza do comum</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/SR959IZOJVI/AAAAAAAAAJM/06eEhgkgsRg/s1600-h/250px-ForrestGump2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 140px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/SR959IZOJVI/AAAAAAAAAJM/06eEhgkgsRg/s200/250px-ForrestGump2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269064180179019090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:lucida grande;font-size:100%;"  &gt;Darei início a esse post com um texto muito velho, que escrevi em minha antiga "comunidade" no orkut:&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"P&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:lucida grande;font-size:100%;"  &gt;essoas comuns sempre existiram, e sempre existirão. Por todos os lados: na padaria, pessoas comuns comprando pães comuns para um lanche comum de uma família comum. Isso nunca foi um problema, até o dia em que alguém comum viu que o vizinho da direita comprava pães iguais aos seus, e isso começou a incomodar. Passou a ser incomum, comprando o que o vizinho do lado esquerdo comprava. Já esse vizinho, achava comum ter pães igual ao primeiro, logo decidiu comprar bolo. Mas bolos eram até difíceis de serem encontrados, tamanha a procura por outros vizinhos, que por sua vez queriam para se diferenciar dos pães. Após algum tempo, os padeiros sequer pronunciavam a palavra "pão", já que ninguém o queria mais, afinal era "comum". Até que o mesmo alguém do começo da história percebeu que seu incomum era na verdade comum, e tudo começou novamente, agora com bombons. O ciclo não parava, mas ninguém percebia que tudo aquilo era apenas para comer, e não fazia diferença alguma. O que os tornava diferente, ao mesmo tempo os tornava iguais. A tentativa de fugir de uma realidade comum, nos traz a outra realidade comum. É um ciclo, que na verdade não existe, ao menos para quem não precisa dele. Concluo que ser comum é ser diferente à sua moda, é imitar o vizinho sem conhecê-lo, é cantarolar as notas do assobio da filha no trabalho, é querer o jogo de videogame que ainda não saiu. Você quer ser incomum?"&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:lucida grande;font-size:100%;"  &gt;Com a imagem de Forrest, procurei representar o ser incomum ao seu tempo, indiferente(consciente ou não) aos padrões e dogmas da sociedade em que é obrigado a viver, enfim, o alguém incomum.  São esses que movimentam o mundo,  criaturas com defeito de fabricação que fazem toda sua "leva" ser modificada, que dão reviravoltas inesperadas, e muitas vezes bruscas.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas voltando ao contexto anterior, no dia-a-dia: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;todo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; esse conceito de diferente pode ser observado nas famosas "tribos": pessoas que, ao notarem que são comuns, procuram se afastar de um "todo", e partir para uma "diferença. O problema é que não é só um indivíduo que pensa assim, mas muitos, o que os torna iguais. Será que não percebem que a diferença não está no modo de se vestir, ou no estilo de música que prefere? As diferenças vão muito além disso. Estão na concepção de um mundo, no tipo de olhar e nos caminhos escolhidos. Nem sempre a diferença nos aproxima da perfeição. Qual é a sua diferença?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-7856970822377819283?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/7856970822377819283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=7856970822377819283' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7856970822377819283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/7856970822377819283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2008/11/certeza-do-comum.html' title='A certeza do comum'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zmLagbUDkMM/SR959IZOJVI/AAAAAAAAAJM/06eEhgkgsRg/s72-c/250px-ForrestGump2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6502694946094725793.post-4398660864645234003</id><published>2008-11-15T16:55:00.000-08:00</published><updated>2008-11-24T18:41:58.075-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='blog'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='chrono'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='introdução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diário global'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='timeless winter'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='into eternity'/><title type='text'>O tempo sem tempo.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img255.imageshack.us/img255/4484/imagemga6qc4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 314px; height: 115px;" src="http://img255.imageshack.us/img255/4484/imagemga6qc4.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;M&lt;/span&gt;ais um passo adiante(espero) em meu sonho de ser escritor. Mas bem, não é exatamente pra isso que estou iniciando este blog, pra falar de meus sonhos. O intuito desse, é procurar estabelecer comentários, críticas, opiniões, e quem sabe um "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;diário global&lt;/span&gt;"(explico: diário global é algo que escrevo, falando sob&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;re mim mesmo, mas que abrange pensamentos que se aplicam a qualquer indivíduo),  e se possível, conquistar alguns leitores. Meu &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;objetivo é compilar alguns pensamentos num lugar mais organizado e digam&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;os, com uma aparência melhor que as da comunidade do orkut que eu usava para a mesma finalidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img117.imageshack.us/img117/5113/imagemhf7.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 192px;" src="http://img117.imageshack.us/img117/5113/imagemhf7.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O&lt;/span&gt; título, Timeless Winter, não é nada muito filosófico ou complicado, apenas o nome de uma música, da banda Into Eternity, e talvez, relacionado a um pensamento meu que logo&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;estarei postando por aqui(e cuidado com a &lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=5710626"&gt;crise do gerúndio&lt;/a&gt; :p)&lt;br /&gt;Espero que, com dosagem certa de humor e bom senso, possa ter um blog, se não visitado, ao menos bem feito. :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6502694946094725793-4398660864645234003?l=timelesswinter.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://timelesswinter.blogspot.com/feeds/4398660864645234003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6502694946094725793&amp;postID=4398660864645234003' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/4398660864645234003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6502694946094725793/posts/default/4398660864645234003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://timelesswinter.blogspot.com/2008/11/o-tempo-sem-tempo.html' title='O tempo sem tempo.'/><author><name>­Luiz Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01208740680791138534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-Qk7DhqX2T3k/Txl-i7USzdI/AAAAAAAABNs/3k8AKzzkEjs/s220/4251129191_718a48fb76_z.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
